<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3729007610061387194</id><updated>2011-11-21T12:46:39.515-08:00</updated><title type='text'>TECHNU®</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://technutaro.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3729007610061387194/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://technutaro.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Eruditos e Pesquisadores</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10122198475194099363</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-SaPFzU1GL54/Tj1_Y9r9D1I/AAAAAAAAAXo/DQli95pjvMk/s220/Perfil%2BTECHNU.JPG'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>7</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3729007610061387194.post-8188975778186261675</id><published>2008-03-07T18:56:00.000-08:00</published><updated>2008-03-20T09:57:00.975-07:00</updated><title type='text'>TAROCCHI</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;O INÍCIO DOS BARALHOS DE TARÔ&lt;/span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://bp2.blogger.com/_ZQB6ku5q0TQ/R9IDBM4W_YI/AAAAAAAAAIE/ehJi0YUiHmw/s1600-h/5+-The+Triumph+of+Fame.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://bp2.blogger.com/_ZQB6ku5q0TQ/R9IDBM4W_YI/AAAAAAAAAIE/ehJi0YUiHmw/s320/5+-The+Triumph+of+Fame.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5175202240974486914" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=""&gt;A relação entre as cartas de tarô e o jogo de cartas está bem documentada. Recentes pesquisas colocam como provável que o jogo de cartas foi usado na Boemia cerca de 1340.&lt;span style="color:red;"&gt; &lt;/span&gt;Também é considerado que algumas cartas têm sido usadas na Espanha islâmica a partir de 1371. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=""&gt;Existe somente uma fonte relevante que descreve a estrutura dos primeiros baralhos, Johannes of Rheinfelden em 1377, e ela descreve sobre 3 baralhos com 52 cartas, mas outros 3 também.&lt;span style="color:red;"&gt; &lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=""&gt;Uma maior distribuição do jogo de cartas na Europa pode com alguma certeza, ser dado a partir de 1377 em diante. Um baralho com similaridades ao tarô citado acima parece ter se desenvolvido cerca de 40 anos depois. O baralho é descrito em um texto extenso escrito por Martiano da Tortona. &lt;b style=""&gt;&lt;span style="color:red;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=""&gt;O texto de Da Tortona é suposto ter sido escrito entre 1418 e 1425, uma vez que em 1418 o pintor confirmado Michelino da Besozzo retornou a Milão, e Martiano da Tortona morreu em 1425. Não pode ser provado que as cartas de tarô não existiam antes desta data, mas parece improvável como o texto de Martiano da Tortona foi escrito no mínimo 15 anos antes do que outros documentos corroborados. &lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=""&gt;Da Tortona descreve um baralho similar às cartas de tarô em formas muito especificas. O que ele descreve é mais um precursor para o tarô do que poderíamos chamar de cartas “reais” de tarô. Por exemplo, seu baralho tinha somente 16 trunfos, seus motivos não são comparáveis às cartas de tarô comuns (eles são deuses Gregos) e os naipes são quatro espécies de pássaros, não sendo comum nos naipes Italianos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=""&gt;O que faz do baralho Da Tortona similar às cartas de tarô é que estas 16 cartas são obviamente consideradas como cartas trunfo em um jogo de cartas; aproximadamente 25 anos depois, um orador quase contemporâneo, Jacopo Antonio Marcello, chamou-os de &lt;i style=""&gt;ludus triumphorum&lt;/i&gt;, ou “jogo de vencedores”. A carta em que Marcello usa este termo foi documentada e traduzida na internet.&lt;b style=""&gt;&lt;span style="color:red;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=""&gt;Os próximos documentos que parecem confirmar a existência de objetos similares às cartas de tarô são dois baralhos de jogos de carta de Milão (Brera-Brambrilla e Cary-Yale-Tarocchi) – existente, mas fragmentado – e três documentos, todos da corte de Ferrara, Itália. Não é possível colocar uma data precisa nas cartas, mas é estimada que tenham sido elaboradas cerca de 1440. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=""&gt;Os três documentos datam de 1&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Symbol;"&gt;&lt;span style=""&gt;°&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt; de Janeiro de 1441 à Julho de 1442&lt;b style=""&gt;&lt;span style="color: rgb(84, 141, 212);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;com o termo &lt;i style=""&gt;trionfi&lt;/i&gt; documentado pela primeira vez em fevereiro de 1442. O documento de Janeiro de 1441, que não usou o termo &lt;i style=""&gt;trionfi&lt;/i&gt;, não é considerado totalmente seguro; todavia o fato é que o mesmo pintor, Sagramoro foi comissionado pelo mesmo patrono, Leonello d’Este, como atestado no documento de fevereiro de 1442, indica que isso é no mínimo plausível um exemplo deste tipo.&lt;b style=""&gt;&lt;span style="color:red;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;Após 1442 permanecem uns sete anos sem quaisquer exemplos de material similar, que não confere qualquer razão para concluir uma maior distribuição do jogo durante esses anos. O jogo pareceu ganhar importância no ano de 1450, ano do Jubileu na Itália, onde se viu muitas festividades e grandes movimentos de peregrinação. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=""&gt;Até este tempo, todos os antigos documentos relevantes apontam para a origem das cartas do &lt;i style=""&gt;trionfi&lt;/i&gt; como estando nas classes altas da sociedade Italiana, especificamente as cartas de Milão e Ferrara. Na época estas eram as cartas mais exclusivas nas cortes da Europa. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=""&gt;No contexto dado, fica aparente que os motivos especiais nos trunfos que foram adicionados aos jogos de cartas regulares com uma estrutura de “quatro naipes de 14 cartas”, foram ideologicamente determinados. Alguns acham que as cartas apresentam um sistema específico de transporte de mensagens de diferentes conteúdos: antigos exemplos conhecidos apresentam idéias filosóficas, sociais, poéticas, astronômicas e heráldicas, por exemplo, assim como um grupo de velhos heróis Romanos/Gregos/Babilônicos, como no caso do Tarocchi da Sola-Busca (1491) e o poema Boiardo Tarocchi (produzido em uma data desconhecida entre 1461 e 1494). &lt;b style=""&gt;&lt;span style="color:red;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=""&gt;Por exemplo, o mais antigo baralho, existente somente em sua descrição no pequeno livro de Martiano, foi produzido para apresentar o sistema de deuses Gregos, um tema considerado muito elegante na Itália da época. Sua produção pode muito bem ter acompanhado uma celebração triunfal do patrono Filippo Maria Visconti, duque de Milão, significando que o propósito do baralho era expressar e consolidar o poder político em Milão (como era comum para outros trabalhos de arte da época). Os quatro naipes apresentavam pássaros, motivos que apareciam regularmente na heráldica do Visconti, e a ordem específica dos deuses dão razão para assumir que o baralho foi pretendido implicar que os Visconti se identificavam como descendentes de Júpiter e Vênus (que eram vistos não como deuses, mas deificados heróis mortais). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=""&gt;Esse primeiro baralho conhecido parece ter tido o padrão de dez cartas numeradas, mas tendo reis como a única carta da corte, e somente 16 trunfos. O padrão posterior (quatro naipes de 14 mais 22) levou tempo para se assentar; baralhos &lt;i style=""&gt;trionfi&lt;/i&gt; com 70 cartas são apenas comentadas ainda em 1457. &lt;b style=""&gt;&lt;span style="color:red;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=""&gt;Nenhuma evidência corrobora para o padrão final das 78 cartas existentes antes do Poema Tarocchi de Boiardo e do Tarocchi da Sola-Busca. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=""&gt;As opiniões de pesquisadores são que os primeiros baralhos &lt;i style=""&gt;trionfi&lt;/i&gt;, primariamente tiveram cinco naipes de quatorze cartas somente; ou cinco naipes de 16 cartas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=""&gt;Este é visto como um baralho produzido para o casamento de Bianca Maria Visconti e Francesco Sforza em Outubro de 1441 usualmente; como pintor é sugerido normalmente Bonifacio Bembo &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=""&gt;As cartas (somente 67) estão hoje na Biblioteca da Universidade de Yale de New Haven. Mas o mais famoso desses antigos baralhos de tarô foi pintado entre 1450 e 1466, mas é estimado ter sido produzida em 1452.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=""&gt;14 trunfos e todos os arcanos menores são considerados por terem sido pintados por Bembo, 6 outros trunfos foram feitos por um segundo artista de modo que esse segundo detalhe levou a teoria dos 5x14, que sugere, que as cartas Trionfi se desenvolveram através de estágios com 5x14 ou 5x16 cartas somente. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=""&gt;Das cartas originais, 35 estão no Pierpont Morgan Library, 26 estão na Accademia Carrara&lt;u&gt;,&lt;/u&gt; 13 estão na Casa Colleoni&lt;span style="color: rgb(84, 141, 212);"&gt; &lt;/span&gt;e dois, o &lt;i style=""&gt;Diabo&lt;/i&gt; e a &lt;i style=""&gt;Torre&lt;/i&gt;, estão perdidos, ou possivelmente jamais foram elaborados. Este baralho Visconti Sforza, que tem sido amplamente reproduzido, combina os naipes de espadas, bastões, moedas e copas e as Cartas da Corte com o Rei, Rainha, Cavaleiro e pajem com trunfos que refletem a iconografia convencional da época a um grau significante. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=""&gt;Por um longo tempo as cartas de tarô permaneceram como um privilégio para a classe mais alta da sociedade, e, não obstante, alguns sermões censuravam de uma maneira acre o mal inerente nas cartas, que pode ser traçado ao século XIV, já que a Igreja Católica Romana&lt;b style=""&gt;&lt;span style="color: rgb(84, 141, 212);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;e muitos governos civis não condenavam rotineiramente as cartas de tarô durante o início de sua história. De fato, em algumas jurisdições, as cartas de tarô foram especificamente isentadas das leis, doutro modo proibindo o jogo de cartas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;a href="http://trionfi.com/"&gt;http://trionfi.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 0, 0);"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;O TARÔ DO SÉCULO XVII&lt;/span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=""&gt;Pouco se comenta sobre o Tarô no século XVII, composto de lâminas usadas como uma forma de passar determinados conteúdos morais e religiosos através da difusão de uma técnica chamada Mnemônica praticada nos baralhos Medievais e Renascentistas. Neste período de transição muito importante que o Tarô atravessou, surgem algumas modificações que influenciaram as lâminas e as formas de jogos de cartas, algumas que ainda hoje operam.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=""&gt;Alguns fatos de interesse estão relacionados às modificações impostas pelo conselho cardinalício da época em algumas lâminas como a &lt;i style=""&gt;Papisa&lt;/i&gt; e o &lt;i style=""&gt;Papa&lt;/i&gt;, &lt;i style=""&gt;Imperatriz&lt;/i&gt; e o &lt;i style=""&gt;Imperador&lt;/i&gt; no Tarô de Bolonha &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;[1]&lt;/span&gt; e no Minchiate&lt;u&gt;&lt;span style="color: rgb(84, 141, 212);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/u&gt;de Florença. No Tarot du Besançon a &lt;i style=""&gt;Papisa&lt;/i&gt; foi substituída por &lt;i style=""&gt;Juno&lt;/i&gt; e o &lt;i style=""&gt;Papa&lt;/i&gt; por &lt;i style=""&gt;Júpiter&lt;/i&gt;. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=""&gt;A Escola Francesa começa a se desenvolver espalhando o jogo de cartas com os sinais dos naipes gravados em suas lâminas como Clavas, Corações, Espadas e Diamantes, que hoje são conhecidas usualmente como Paus, Copas, Espadas e Ouros. Contudo, alguns pesquisadores tendem para duas correntes sobre as origens destes sinais; uns teorizam o surgimento destas em Milão, outros que tenham surgido do Tarô Mameluco (Mamlûk) do início do século XV.&lt;span style=""&gt;    &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 80, 77);" lang="EN-US"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;TARÔ DE MARSEILLE&lt;/span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=""&gt;O modelo de Marseille é considerado um dos mais populares Tarôs hoje em dia. Suas lâminas foram produzidas em algumas regiões da França, tais como, Paris, Belfort e Avignon, no entanto, este título “Marseille” foi conferido nos anos 20 por Grimaud, chamado Paul Marteau, tomando o seu modelo a partir da segunda edição “oficial” do Marseille por Nicolas Conver em 1760. Existe uma corrente de pesquisadores que teoriza sobre sua cópia a partir de um Besançon do século XIX. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=""&gt;Sua “primeira edição” foi em 1751 através de Claude Burdel, contudo várias edições anteriores e posteriores ao modelo de Conver foram publicadas também em Fribourg e Neuchâtel, Suíça. Há vários modelos de Marseille, entre os mais famosos estão os Suíços ou tecnicamente chamado Besançon, mas existem outros bons modelos que foram criados por vários &lt;i style=""&gt;cartiers&lt;/i&gt; como Jean Dodal, Jean Payene, Jean Proche, Jacques Viéville e outros. Hoje o Tarô de Marseille assim como o Tarô Rider-Waite são os mais utilizados entre profissionais e amadores do Tarô. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 80, 77);"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(192, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;DO TARÔ ILUMINISTA AOS TEMPOS MODERNOS&lt;/span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=""&gt;Do &lt;i&gt;Iluminismo&lt;/i&gt; até os &lt;i style=""&gt;Tempos Modernos&lt;/i&gt;, os baralhos iniciaram uma nova fase de identificação via sua iconologia, sendo associados à Tradição Oculta através de estudos e pesquisas elaborados por grandes mentes da época. Segundo eles, havia uma necessidade de entendimento sobre o que as 78 lâminas significavam além de ser um ‘mero‘ corpo didático moral que era aprendido através da mnemônica ou dos jogos de cartas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=""&gt;Contudo, um dos principais impulsionadores ao relacionar as lâminas com o antigo Egito, foi um pastor franco-suíço da Igreja Reformada e membro da Loja Maçônica &lt;i&gt;Philalethes&lt;/i&gt;, Antoine Court Gebelin (&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;1784). Existem especulações em torno de sua declaração, onde anuncia uma relação simbólica inseridos nas lâminas com a sabedoria Egípcia e que estas tiveram suas origens nas antigas dinastias. Ele revelou sua teoria – “fantasiosa ou não” – &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;sobre o Tarô em 1781, baseado em um ensaio de autoria de outro estudioso chamado Louis-Raphaël-Lucrèce de Fayolle, mais conhecido como Comte de Mellet e que foi publicado por Gebelin em seu &lt;i&gt;&lt;span style=""&gt;Le Monde Primitif.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Mellet foi o primeiro pesquisador a relacionar os 22 Trunfos do Tarô com o alfabeto Hebraico. A partir da publicação de Gebelin do seu compêndio em 09 Volumes e o ensaio de Mellet, suas afirmativas mudaram a história do Tarô, e assim uma nova perspectiva surge a partir deste momento, e que influenciou toda uma geração de hermetistas no período Romântico.&lt;span style=""&gt;   &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoFootnoteText" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;Contemporâneo de Gebelin, Jean-Baptiste Alliette (&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;1791), peruqueiro, professor de álgebra e pesquisador, acrescentou idéias bem pessoais através do seu conhecimento sobre a Qabalah e Pitagorismo em seu &lt;i&gt;&lt;span style=""&gt;Maniére de se récréer avec lê jeu de Cartes nommées Tarot&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;, mais tarde foi lançado&lt;b&gt; &lt;/b&gt;o método prático de sua teoria em&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=""&gt;Le Grand Etteilla &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;. &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=""&gt;Ele foi o primeiro a denominar as 78 lâminas do Tarô como &lt;span style=""&gt;“Livro de Thoth”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=""&gt;Houve uma incessante busca neste período sobre a simbologia oculta contida nas 78 lâminas de Hermes, e todos os estudiosos, ainda que cada um houvesse sua teoria e prática, inclusive com nomenclaturas próprias, tinham uma linha em comum, &lt;b&gt;&lt;i&gt;a importância da transmissão deste vasto conhecimento tarótico sob vertentes completamente diferentes de como o Tarô era considerado desde os seus primeiros registros até o século da Luzes, quando os fatos citados acima, advertiu sobre as ‘novas’ possibilidades que o Tarô poderia encerrar em sua simbologia sutil.&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=""&gt;A partir destes eventos, surgem grandes mentes que se aprofundam com muito zelo na conhecida Ars Regia do Tarô, e assim nomes que influenciaram gerações até os dias atuais, como, Alphonse Louis Constant (&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;1875) também conhecido como Eliphaz Levi Zahed, que herdou o conhecimento de Mellet e do alquimista do século XVI chamado Guilherme Postel. Eliphaz Levi reforçou a teoria de Mellet sobre a correspondência qabalística entre os 22 Arcanos Maiores com o alfabeto hebraico. Levi influenciou outros grandes pesquisadores e eruditos do tema, tais como, &lt;span style=""&gt;Marquês Marie Victor Stanislas de Guaita &lt;/span&gt;(&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;1897), &lt;span style=""&gt;Dr. Gerard-Anaclet Vincent Encausse &lt;/span&gt;(&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;1916) também conhecido como &lt;i style=""&gt;Papus&lt;/i&gt;, Sean Liddell MacGregor Mathers (&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;1920), Arthur Edward Waite (&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;1942), Oswald Wirth (&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;1943), Alexander Edward Crowley (&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;1947), ou Aleister Crowley nos círculos ocultos, Paul Foster Case (&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;1954).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=""&gt;Devemos destacar dois Tarôs que são muito estudados e conhecidos hoje em dia, são eles: &lt;i style=""&gt;Tarô Rider-Waite&lt;/i&gt; cujo mentor foi Arthur Waite e teve a colaboração de Pamela Colman Smith (&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;1951), artista, ilustradora e escritora que pintou as lâminas segundo a direção de Waite. Este foi publicado originalmente pela Rider Company em 1910. Hoje em dia existem várias fabricações deste Tarô. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=""&gt;O outro Tarô é conhecido como &lt;i style=""&gt;Tarô de Crowley/Harris&lt;/i&gt; criado pelo ocultista e erudito Aleister Crowley com ajuda da artista Lady Frieda Harris (&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;1962). O tempo de sua feitura foi de cinco anos (1938-1943) e sua publicação original foi em 1944 inseridas no &lt;i style=""&gt;Livro de Thoth&lt;/i&gt;; como lâminas de Tarô, somente tiveram sua publicação no final dos anos 60. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;[3]&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=""&gt;Outros Tarôs foram sendo idealizados segundo o entendimento de cada pesquisador, no entanto, muitos deles se distanciaram da concepção original no trato simbólico, mas que nivelam o modelo mercadológico que se baseia nos tempos atuais.&lt;span style=""&gt;        &lt;/span&gt;&lt;i style=""&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;Notas:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;a name="External_links"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;[1] &lt;/span&gt;Alguns pesquisadores colocam como uma das origens do &lt;i style=""&gt;Tarot du Marseille&lt;/i&gt; , as lâminas dos baralhos Bolonheses cujo determinados traços evolveram para concepções artísticas que levaram tanto Claude Burdel como Nicholas Conver para a suposta criação do baralho mais conhecido hoje em dia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;[2]&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;Alliette denominou seu baralho de cartas como &lt;i&gt;Etteilla&lt;/i&gt;, ou seja, o palíndromo do seu próprio nome. O primeiro baralho de &lt;i&gt;Etteilla&lt;/i&gt; foi publicado em 1789, o segundo, postumamente em 1826, chamado &lt;i&gt;Grand Etteilla &lt;/i&gt;ou &lt;i&gt;Tarots Egyptiens&lt;/i&gt; e o terceiro como o &lt;i&gt;Grand Livre de Thot&lt;/i&gt;, em 1838, juntamente com um livreto, &lt;i&gt;L’art de tirer les cartes&lt;/i&gt; atribuído a uma mulher chamada Julia Orsini, entre 1865 e 1870, foi publicado outro baralho, &lt;i&gt;78 Tarots Egyptiens – Grand jeu de I’Oracle dês Dames&lt;/i&gt;, e um outro mais recente com uma aura gótica, totalmente diferente do estilo original&lt;i&gt; &lt;/i&gt;de&lt;i&gt; Etteilla&lt;/i&gt;.&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;[3]&lt;/span&gt; Para maiores informações veja o artigo &lt;i style=""&gt;Tarô de Crowley-Harris ou Tarô de Thoth&lt;/i&gt; no website:&lt;span style="color:red;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a style="color: rgb(51, 51, 255);" href="http://www.clubedotaro.com.br/"&gt;www.clubedotaro.com.br&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="color:red;"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;Bibliografia Indicada:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;Anon.:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt; Corpus Hermeticum e Discurso de Iniciação com a Tábua de Esmeralda. (Hermes Trismegistos). Hemus Livraria Editora Ltda: 1978. São Paulo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;Berti, Giordano, Andrea Vitali:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt; Le carte di corti: I tarocchi, Gioco e Magia allá Corte degli Estensi. Nuova Alfa Editoriale: Ferrara. 1987. Itália. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;Berti, Giordano, Marissa Chiesa, e Giuliano Crippa:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt; Antichi Tarocchi Bolognese. Lo Scarabeo: Torino. 1995. Itália.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;Berti, Giordano, Sofia Di Vincenso, e Maria Cjiesa:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt; Antichi Tarocchi Illuminati: Sola Busca. Lo Scarabeo: Torino. 1995. Itália. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;Burke-Sharman, Juliet e Liz Greene:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt; O Tarô Mitológico, uma nova abordagem para a leitura do Tarô. Edições Siciliano: 1990. São Paulo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;Camargo, Pedro:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt; Iniciação ao Tarô, Ediouro Publicações: 1992. São Paulo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;Constant, Alphonse Louis:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt; A Chave dos Grandes Mistérios, conforme Enoque, Abraão, Hermes Trimegisto e Salomão. Emprêsa Editôra Pensamento: 1956. São Paulo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;_______________________: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt;História da Magia, com uma exposição clara e precisa de seus processos, de seus ritos e de seus mistérios. Editora Pensamento S.A.: 1974. São Paulo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;_______________________:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt; Dogma e Ritual da Alta magia. Editora Pensamento S.A.: 1974. São Paulo&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;Court de Gebelin, Antoine:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt; Du Jeu Des Tarots (em Monde Primitif), Berg International Editeurs, Paris&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;Crowley, Aleister:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt; The Book of Thoth (Egyptian Tarot) by Master Therion. &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;Samuel Weiser, Inc.: 1969, rpt. 1996: Maine. Também traduzido em português como (O Livro de Thoth), Editora Madras Ltda e Anúbis Editores Ltda: 2000. &lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;São Paulo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;______________:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt; The Crowley Tarot, the handbook to the cards by Aleister Crowley and Frieda Harris. Arranged and Foreword by Akron and Hajo Banzhaf. U.S.Games Systems, Inc.: 1995. Stamford. CT.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;D’Allemagne, Henry René:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt; Antique Playing-Cards. A Pictorial History. Dover Publications: 1996. New York.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;Decker, R., e M. Dummet:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt; A History of the Occult Tarot 1870-1970. &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;Duckworth: 2002. London.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;Depaulis, Thierry:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt; The Paris Tarot. &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;Editado com o Tarô de Paris. Societé lê Jeu de Marseille: 1984. Marseille.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;Dicta e Françoise:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt; Mitos e Tarô: A Viagem do Mago. Ed. &lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;Pensamento: 1990. São Paulo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;Dummet, Michael:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt; The Game of Tarot from Ferrara to Salt Lake City. Duckworth: 1980. London.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;_______________: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;Twelve Tarot Games. Duckworth: 1980. London&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Dummet, Michael e K. Abu-Deeb:&lt;/span&gt; “Some Remarks on Mamlûk Playing Cards”. Journal of the Warburg and Courtauld Institutes, (number 36): 1973. London.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;Guaita, Stanislas:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt; No Umbral do Mistério, Martins Fontes Editora Ltda: 1985. Rio de Janeiro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;_____________: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt;Templo de Satã I &amp;amp; II, Editora Três: 1971. &lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;São Paulo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;Hargraves, Catherine Perry:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;A History of Playing Cards. Dover: 1966. New York.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;Huson, Paul:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt; El Tarot Explicado (trad. do original The Devil’s Picturebook), Editorial Dedalo: 1988. Buenos Aires&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;" lang="EN-US"&gt;___________:&lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt; Mystical Origins of the Tarot. From Ancient Roots to Modern Usage. &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;With ilustrations by the author. Destiny Books: 2004. Vermont.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Janeiro, J. Iglesias:&lt;/span&gt; La Cabala de Predicion, com los 78 arcanos de los tarots egípcios al final del texto. Editorial Kier S.A.: 1984. Buenos Aires.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Kaplan, Stuart R.:&lt;/span&gt; Tarô Clássico. &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;Cartas vindas do passado revelam o futuro. Um guia definitivo e profissionalmente ilustrado do Tarô. Editora Pensamento Ltda: 1983. &lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;São Paulo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;" lang="EN-US"&gt;______________:&lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt; The Encyclopedia of Tarot. Volumes 1 [1978], 2 [1986] 3 [1990] e 4 [2005]. U.S. Games Systems. &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;INC: New York e Stamford.&lt;span style=""&gt;   &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;Knight, Gareth:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt; Guia Practica Al Simbolismo Qabalistico. Volumes 1 e 2. Luis Cárcamo, Editor: 1981. &lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;Madrid.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;Laycock, Donald:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt; Skeptical – a Handbook of Pseudoscience and the Paranormal. &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;Imagecraft: 1989. Canberra.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;Lipiner, Elias:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt; As Letras do Alfabeto na Criação do Mundo, contribuição à pesquisa da natureza da linguagem, Imago Editora: 1992. &lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;Rio de Janeiro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;Moakley, Gertrude:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt; The Tarot Cards Painted by Bembo. New York Public Library: 1966. New York.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;Olsen, Christina:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt; The Art of Tarot. Abbeville Press: 1995. New York.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;Ouspensk, P.D.:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt; A New Model of the Universe, Arkana Penguin Group, 1984, London.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;____________:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt; Um Novo Modelo do Universo – Princípios do método psicológico aplicado aos problemas da Ciência, da Religião e da Arte. Editora Pensamento, 1ª Edição: 1987.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;São Paulo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;Papus:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt; El Tarot De Los Bohemios. Clave absoluta de la Ciencia oculta. Editorial Kier, S.A.: 1970. Buenos Aires.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;Petrarca, Francesco:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt; The Triumphs of Francesco Petrarch, Florentine Poet Laureate. &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;Traduzido por Henry Boyd, com um introdução de Guido Biagi. &lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;The University Press: 1906. London e Cambridge. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;Place, Robert M.:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt; The Tarot: History, Symbolism, and Divination. &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;Tarcher/Penguin: 2005. New York.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;Pramad, Veet:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt; Curso de Tarô e seu uso terapêutico. 1ª Edição, publicação do autor: 1992. 2ª Edição, publicação pela Madras Editora Ltda: 2003. São Paulo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;Sadhu, Mouni:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt; O Tarô, manual prático de ocultismo. Editora Siciliano: 1993. São Paulo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;Santos, Mario Ferreira dos:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt; Tratado de Simbólica.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Volume IV. (Enciclopédia de Ciências Filosóficas e Sociais). Livraria e Editôra LOGOS Ltda, 4a Edição: 1963. São Paulo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;Shah, Idries:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt; Os Sufis. Editora Cultrix: 1993. São Paulo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;Various:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt; Spiritual Tarot. Quill/HarperCollins: 2003.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;Vitali, Andrea e Zanetti, Terri:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt; I Tarocchi. Storia Arte Magia dal XV al XX secolo. &lt;/span&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;Edizioni LE TAROT: 2006. Ravenna. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;Waite, Arthur E.:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt; The Pictorial Key to the Tarot. Being Fragments of a Secret Tradition Under the Veil of Divination. With 78 plates, Illustrating the Greater and Lesser Arcana, from Designs by Pamela Colman Smith. Introduction by Paul M. Allen. Rudolf Steiner Publications: 1971. New York. The Pictorial Key to the Tarot, US Games Inc: 1990. Stamford&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt;______________:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="" lang="EN-US"&gt; Tarô. &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;A Sorte Pelas Cartas. Constando de fragmentos de Uma Tradição Secreta Sob o Véu da Advinhação. Com 78 gravuras ilustrando os Grandes e Pequenos Arcanos. Editora Tecnoprint S.A.: 1985. São Paulo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; color: rgb(51, 255, 255);"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 255, 255);"&gt;Este texto foi composto em parceria com a Trionfi.com&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 255, 255);"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 255, 255);"&gt;O trecho intitulado “O INÍCIO DOS BARALHOS DE TARÔ” foi traduzido do original de Lothar, com a devida permissão.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; line-height: normal; color: rgb(51, 255, 255);"&gt;&lt;span style=""&gt;©Tradução de Cláudio Carvalho – 2008 &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal; color: rgb(51, 255, 255);"&gt;&lt;span style=""&gt;TECHNU® – Órgão de divulgação da Ciência Tarótica&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt; line-height: normal; color: rgb(204, 0, 0);"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 255, 255);"&gt;SOCIEDADE LAMATRONIKA® - Todos os direitos reservados.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3729007610061387194-8188975778186261675?l=technutaro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://technutaro.blogspot.com/feeds/8188975778186261675/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3729007610061387194&amp;postID=8188975778186261675' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3729007610061387194/posts/default/8188975778186261675'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3729007610061387194/posts/default/8188975778186261675'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://technutaro.blogspot.com/2008/03/tarocchi.html' title='TAROCCHI'/><author><name>Eruditos e Pesquisadores</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10122198475194099363</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-SaPFzU1GL54/Tj1_Y9r9D1I/AAAAAAAAAXo/DQli95pjvMk/s220/Perfil%2BTECHNU.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_ZQB6ku5q0TQ/R9IDBM4W_YI/AAAAAAAAAIE/ehJi0YUiHmw/s72-c/5+-The+Triumph+of+Fame.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3729007610061387194.post-7272087093515036504</id><published>2007-12-15T17:50:00.000-08:00</published><updated>2008-03-20T10:08:55.791-07:00</updated><title type='text'>O USO TERAPÊUTICO DO TARÔ</title><content type='html'>&lt;strong style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Adivinhação e autoconhecimento duas visões excludentes&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Atualmente o Tarô é usado a partir de duas visões radicalmente diferentes e excludentes que são a adivinhatória ou futurológica e a de autoconhecimento. Enquanto o Tarô adivinhatório pretende conhecer o futuro, o Tarô de autoconhecimento procura a transformação do ser humano. O Tarô adivinhatório pretende conhecer fatos, o Tarô de autoconhecimento pretende compreender os fatos conhecidos. Existem diferentes modalidades de Tarô de autoconhecimento. Cabe destacar a linha Junguiana, a psicomagia de Jodorowsky, a do Enrique Ezquenazi. A minha que a partir de 1987 chamo de Tarô Terapêutico tem como objetivo sintonizar o indivíduo com a sua essência e identificar e ajudar a resolver bloqueios, medos e padrões de comportamento que dificultam sua realização plena. Para o Tarô Terapêutico o centro não está nos fatos e circunstâncias, mas no indivíduo que as vive.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Tarô Terapêutico parte de 5 princípios:&lt;br /&gt;1 – Nossas vidas não são o produto das circunstâncias, mas de nossas decisões, somos plenamente responsáveis pela vida que temos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 – Tomamos nossas decisões a partir de nossas crenças e padrões de comportamento nelas enraizados; construímos nossa vida a partir de nossas crenças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3 – Os principais obstáculos para atingir a realização em qualquer aspecto da vida somos nós mesmos, isto é, nossas resistências a mudar as crenças e padrões de comportamento que não funcionam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4 – Atraímos o que precisamos para crescer e não nossos caprichos mentais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5 – Cada um de nós leva dentro de si mesmo os potenciais necessários para se realizar em todos os aspectos e ser feliz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold; color: rgb(255, 255, 255);"&gt;A felicidade e a fortuna são questões de escolha e não de sorte. Osho&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A visão adivinhatória e a de autoconhecimento discrepam em três questões fundamentais que devem ficar bem claras:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255); font-weight: bold;"&gt;1 – A Questão do Destino:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Para quem faz futurologia, o Tarô é um intermediário entre o Todo-Poderoso destino e os simples mortais. Assim estes são reduzidos a espectadores de suas próprias vidas.&lt;br /&gt;Para o Tarô terapêutico somos os cozinheiros de nosso destino, continuamente o estamos criando a partir de nossas escolhas e em qualquer momento podemos mudá-lo. Futuro e destino são a resposta do universo aos nossos atos, omissões e pensamentos, como a força física de ação e reação que no Oriente é conhecida como Lei do Karma. É claro que nossa capacidade de transformar nossas vidas, isto é, de criar nosso futuro segundo nossos desejos será proporcional a nossa consciência. O Tarô bem usado é uma ferramenta para mudar o destino, pois nos ajuda a tomar consciência do que realmente está atrapalhando nossa realização e mostra que atitudes são necessárias para liberar-nos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255); font-weight: bold;"&gt;2 – A Questão da Responsabilidade:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Para o Tarô adivinhatório o ser humano é um perfeito irresponsável. Que responsabilidade pode ter alguém cuja vida está amarrada ao destino, até o ponto de poder conhecer seu futuro? Liberdade e responsabilidade caminham juntas. Se insistirmos em mostrar para nossos consulentes que suas vidas são o produto de estranhas e imprevisíveis forças como sorte, azar, vontade divina, quando não de trabalhos de magia onde intervêm entidades não encarnadas, estamos degradando seres humanos para a categoria de escravos que nunca poderão se libertar por si mesmos. E então chegam os salvadores...&lt;br /&gt;Segundo a visão terapêutica somos totalmente responsáveis pela vida que levamos. Parar de colocar a responsabilidade (ou a culpa) de nossa situação nos outros, no companheiro/a, nos pais, no chefe, no governo, no destino... é o primeiro passo para mudar. A felicidade e a fortuna são questões de escolha e não de sorte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 255, 255);"&gt;3 – A Questão do Bem e do Mal:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O bem e o mal não são verdades absolutas. O que é bom para uma pessoa hoje pode não sê-lo amanhã. O que é bom para mim, pode não sê-lo para você. Quem pretende ajudar a curar a alma não pode trabalhar com verdades absolutas ou doutrinas, pois não existem doenças e sim doentes. No entanto considerar que existe um aspecto nosso particularmente íntimo que não foi atingido pelas manipulações e chantagens da programação familiar, onde repousa a essência do ser humano, o Ser Superior ou Supra Consciência, pode nos ajudar muito no nosso trabalho. Estas considerações são alheias ao Tarô adivinhatório que geralmente toma emprestados seus conceitos de bem e mal das religiões oficiais, doutrinando ainda mais a seus consultantes e dificultando que eles sejam eles mesmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No jogo de Tarô temos três grupos de cartas:&lt;br /&gt;- Os Arcanos Maiores são Arquétipos ou Idéias Universais presentes no inconsciente coletivo que mudam com a evolução da humanidade. Representam também estados de consciência e suas manifestações práticas que vão da potencialidade absoluta do Louco até a realização plena do Universo.&lt;br /&gt;- As Figuras da Corte ou cartas da Realeza deixam de ser pessoas, homens e mulheres com determinadas características físicas ou psíquicas que vão aparecer ou desaparecer, trazendo alegrias ou desgraças, para virar 16 tipos de personalidade que dependendo da posição na qual aparecem indicam máscaras ou atitudes a serem tomadas.&lt;br /&gt;- Os 40 Arcanos Menores são expressões de nossa vida quotidiana em quatro aspectos: Os de Paus (Bastões) ou do Fogo mostram como o consulente expressa sua energia, abrangendo fundamentalmente o mundo profissional sem deixar de olhar também para as manifestações instintivas. Os de Copas ou da Água mostram nosso estado emocional. Os de Espadas ou do Ar indicam como está nossa mente e quais são seus mecanismos mais habituais. Finalmente os de Discos (Pentáculos, Ouros ou Moedas) ou da Terra, falam de nossa relação com nosso corpo físico e com o mundo material em geral.&lt;br /&gt;Observem como acabamos de estabelecer um paralelismo exato entre a estrutura do Tarô e a do ser humano que facilita a entrada em profundidade nos cantos obscuros da psique.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5144385330385044770" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center;" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_ZQB6ku5q0TQ/R2SHM61UxSI/AAAAAAAAAFk/Eqeb6V1mp3s/s320/Homem+Vitruviano+-+Veet.jpg" border="0" height="239" width="211" /&gt; &lt;div style="text-align: center;"&gt;Ilustração I, 01. Estrutura Tarô e ser humano&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os velhos sistemas de leitura tipo: Presente, Passado e Futuro não servem mais se queremos colocar o centro da questão na autotransformação do ser: Nos padrões de comportamento, sistemas de crenças, bloqueios e medos que precisam ser dissolvidos e nas atitudes a ser tomadas.&lt;br /&gt;Assim desenvolvi em 1987 a Leitura Terapêutica a partir da tradicional Cruz Celta, sistema baseado numa disposição de dez cartas (Ilustração I, 02) sendo que o número inscrito em cada carta indica em que ordem a carta foi extraída do baralho. A imagem da leitura continua sendo a céltica, mas os significados são outros.&lt;br /&gt;Vejamos quais são estas dez posições:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 e 2 - Momento atual&lt;br /&gt;3 - Resultado interno&lt;br /&gt;4 - Âncora&lt;br /&gt;5 - Método&lt;br /&gt;6 - Caminho de crescimento&lt;br /&gt;7 - Necessidade Essencial ou Interna&lt;br /&gt;8 - Relacionamentos&lt;br /&gt;9 - Infância&lt;br /&gt;10 - Resultado externo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5144386030464714034" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center;" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_ZQB6ku5q0TQ/R2SH1q1UxTI/AAAAAAAAAFs/RHsCHcHcyJg/s320/Cruz+C%C3%A9ltica+-+Veet.jpg" border="0" height="205" width="192" /&gt; &lt;div style="text-align: center;"&gt;                                                     Ilustração I, 02. Leitura Terapêutica&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Uma sessão de Tarô Terapêutico não é algo muito diferente de uma consulta com um profissional da saúde. Em primeiro lugar não o visitamos porque sentimos curiosidade nem porque pretendemos conhecermos melhor. Mais, porque estamos doentes, porque alguma coisa nos incomoda ou nos impede de realizar nossos objetivos.&lt;br /&gt;Não ficamos satisfeitos com uma receita de um analgésico para nossa dor de cabeça nem com a promessa de nos sentirmos melhor tomando tal remédio. Queremos em primeiro lugar que nosso médico avalie nossos sintomas, talvez descubra algum outro que nos tinha passado inadvertido e identifique a doença. Do mesmo jeito no Tarô Terapêutico, as cartas do Momento Atual, que mostram as dificuldades pelas que estamos passando, são os sintomas de uma doença formada por um conjunto de padrões de conduta programada, que podemos chamar de máscara ou script, denunciada pelas cartas da posição da Âncora.&lt;br /&gt;Em segundo lugar queremos saber as causas de nossa doença e que devemos fazer para uma vez curados não voltar a ficar doentes. Para isso o curador quer conhecer nossos hábitos alimentares, se gostamos de nosso trabalho, se fazemos exercício, se estamos passando raiva em casa ou no trabalho, se nossas expectativas de realização pessoal estão se materializando, se vivemos um forte conflito emocional, etc. Nossa dor de cabeça que sentimos pela manhã pode ser o sinal de alarme de um fígado intoxicado por altas taxas de gordura e de raiva. Talvez estejamos compensando nossas insatisfações profissionais e familiares com os prazeres da mesa. Precisamos limpar o fígado, nos alimentarmos melhor e parar de acumular raiva. Tudo bem, mais tampouco ficamos satisfeitos. Precisamos descobrir as causas profundas que nos levam a aceitar situações com as quais não concordamos no fundo. Se não vamos até as raízes mais profundas do assunto, mudaremos, talvez, de compensações e sintomas mais continuaremos insatisfeitos e doentes.&lt;br /&gt;No Tarô Terapêutico temos as cartas da posição da Infância, que mostram as origens inconscientes da Âncora, as causas profundas que nos levam à doença. Aqui tomamos consciência dos traços de personalidade adquiridos para obter certa aprovação familiar fundamental para a sobrevivência psíquica da criança.&lt;br /&gt;Insisto em afirmar que nossas dificuldades e doenças não procedem de agentes externos, mas estão dentro e bem dentro de nós. Estes agentes externos — vírus, germens, chefe chato, corrupção, FMI, marido ou esposa que infernizam nossa vida —, podem agir no momento em que o permitimos seja abaixando nossas defesas biológicas ou desvalorizando-nos.&lt;br /&gt;O Tarô Adivinhatório geralmente coloca as causas de nossos problemas no mundo externo. Procura saber se nosso companheiro/a nos está traindo, se o sócio está roubando, se alguém jogou um mau-olhado em nossa loja. As soluções também são externas. Vai aparecer o homem/mulher de minha vida? Vou me casar com Fulano? Minha empresa ou meu namoro vão dar certo? Vou ganhar na loto?&lt;br /&gt;Nesta coincidência em colocar as causas dos problemas/doenças e suas soluções fora de nós e desligadas de nossos padrões de comportamento, sistemas de crenças e conflitos emocionais, se parecem muito a visão futurológica do Tarô e as consultas de hospital:&lt;br /&gt;— Doutor, tenho tais e tais sintomas, dói aqui e acolá. — Muito bem, você vai tomar este analgésico para a dor, este antibiótico para acabar com o vírus ou bactéria que está causando a enfermidade e este antiinflamatório. Assim você vai ficar bom numa semana e vai poder voltar a trabalhar e a fazer sua vida “normal”.&lt;br /&gt;Uma vez que compreendemos o conflito interno, que temos um diagnóstico chega a hora da ação, de aplicar o remédio. Não basta saber, o fazer, “a praxis” é insubstituível. Precisamos de um método de trabalho que mude nossa vida. O doutor se preocupará prioritariamente em cortar estas raízes, sugerindo atitudes, iniciativas e remédios que nos levem a recuperar a saúde. No Tarô Terapêutico temos aqui as cartas da posição do Método.&lt;br /&gt;O profissional sabe muito bem que o organismo é um sistema auto-integrado que procura o equilíbrio continuamente, tendo seus próprios caminhos para o retorno à saúde. É mais correto, então, falar em ajudar o corpo a recuperar-se. Muitas vezes estes caminhos são confundidos com os sintomas da doença e eliminados. Um exemplo é certo tipo de gripe infantil que na verdade é um processo de desintoxicação. Perdem o apetite, isto é, o organismo se recusa a ingerir mais toxinas; sobe a temperatura para favorecer a eliminação e o nariz se enche de catarro. Muitas vezes as mães obrigam às crianças a comer ou pelo menos a tomar um copinho de leite enquanto aplicam antipiréticos e antibióticos. No Tarô Terapêutico, a tendência que o ser tem de recuperar sua saúde é expressa nas cartas da posição da Necessidade interna ou demanda da Essência.&lt;br /&gt;Quando compreendemos o conflito interno, suas origens e manifestações, quando temos um diagnóstico, chega o momento da ação. Precisamos de um método de trabalho que mude nossas vidas. O doutor sugerirá atitudes, iniciativas e remédios que nos levem a recuperar a saúde. No Tarô Terapêutico temos as cartas da posição do Método.&lt;br /&gt;Também queremos saber como vamos evoluir durante o tratamento, isto é, como vai ser nosso caminho de recuperação e que atitudes deveremos tomar para atingir os resultados esperados. Tudo isso é mostrado pelas cartas do Caminho de Crescimento e dos Resultados Externo e Interno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;Resumo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Tarô Terapêutico&lt;/strong&gt;                                              &lt;br /&gt;Conflitos                                                      &lt;br /&gt;Âncora                                                         &lt;br /&gt;Infância                                                          &lt;br /&gt;Método                                                            &lt;br /&gt;Caminho de Crescimento e Resultados&lt;br /&gt;            &lt;br /&gt;&lt;strong style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Médico&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Sintomas&lt;br /&gt;Doença&lt;br /&gt;Origens da doença&lt;br /&gt;Receita&lt;br /&gt;Evolução do quadro&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;É claro que podemos dispor várias cartas para cada posição, formando assim um mapa do processo que o indivíduo está vivenciando, dando as orientações precisas para que dê uma bela guinada na vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 255, 255);"&gt;Veet Pramad – 2007©&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 255, 255);"&gt;TECHNU® – Órgão de divulgação da Ciência Tarótica&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(51, 255, 255);" align="justify"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="color: rgb(51, 255, 255);"&gt;SOCIEDADE LAMATRONIKA®&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(51, 255, 255);"&gt;- Todos os direitos reservados.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3729007610061387194-7272087093515036504?l=technutaro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://technutaro.blogspot.com/feeds/7272087093515036504/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3729007610061387194&amp;postID=7272087093515036504' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3729007610061387194/posts/default/7272087093515036504'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3729007610061387194/posts/default/7272087093515036504'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://technutaro.blogspot.com/2007/12/o-uso-teraputico-do-tar.html' title='O USO TERAPÊUTICO DO TARÔ'/><author><name>Eruditos e Pesquisadores</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10122198475194099363</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-SaPFzU1GL54/Tj1_Y9r9D1I/AAAAAAAAAXo/DQli95pjvMk/s220/Perfil%2BTECHNU.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_ZQB6ku5q0TQ/R2SHM61UxSI/AAAAAAAAAFk/Eqeb6V1mp3s/s72-c/Homem+Vitruviano+-+Veet.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3729007610061387194.post-7933300481183939413</id><published>2007-10-27T13:45:00.000-07:00</published><updated>2008-03-20T10:18:15.633-07:00</updated><title type='text'>CARTA 0: O LOUCO</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_ZQB6ku5q0TQ/RyOnPbcmCMI/AAAAAAAAADg/6GNB0b-9Aoc/s1600-h/Untitled-12.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5126124684385323202" style="margin: 0px 10px 10px 0px; float: left; width: 109px; height: 196px;" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_ZQB6ku5q0TQ/RyOnPbcmCMI/AAAAAAAAADg/6GNB0b-9Aoc/s320/Untitled-12.jpg" border="0" height="243" width="125" /&gt;&lt;/a&gt;Estultice, segundo a opinião comum, significa a arte de representar sem razão. Cesare Ripa tem isto a dizer em sua “Iconologia” de 1603: &lt;em&gt;"Non è altro l'esser pazzo, secondo il nostro modo di parlare, che far le cose senza decoro, e fuor dal comune uso de gli huomini per privationi di discorso senza ragione verisimile o stimolo di Religione"&lt;/em&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;(“Sendo mal, segundo nossa forma de falar, nada significa senão fazer coisas sem dignidade, e fora do uso comum dos homens, devido a carência de discurso sem razão plausível ou estímulo da Religião”)&lt;/span&gt;.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; No Evangelho, aquele que não acredita é considerado um tolo, e freqüentemente figuras de tolos aparecem em Bíblias dos Séculos 15 e 16, ilustrando o Salmo 52 &lt;em&gt;“O tolo tem dito em seu coração, Não há Deus!”&lt;/em&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;Em uma Bíblia do Século 16, eu encontrei a mesma pintura do tolo como no minchiate Florentino &lt;strong&gt;(Figura. 1)&lt;/strong&gt;: um homem vestido em trapos, com penas fixadas em seus cabelos, que caminha transportando uma vara; em sua mão, ele segura um molinete, e crianças aparecem entorno dele &lt;strong&gt;(Figura 2)&lt;/strong&gt;. Ripa, novamente, fornece uma idêntica descrição: &lt;em&gt;“Um homem adulto estará rindo, e transportando um junco; em sua mão direita, ele segurará um molinete de papel, um agradável instrumento e um divertimento para crianças, que tomam grande cuidado em fazê-lo girar no vento”.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;O mesmo autor nos diz que &lt;em&gt;"reputandosi saviezza nella città ad un huomo di età matura trattare de reggimenti della famiglia e della Repubblica, Pazzia si dirà ragionevolmente alienarsi da queste attioni, per esercitare giuochi puerili e di nessun momento"&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;(“Na cidade, é levado a obter sabedoria por um homem maduro a se engajar em assuntos de família e da República, conseqüentemente será razoável chamá-lo de Tolo por abster-se dessas ações, a fim de brincar com jogos infantis, sem importância”)&lt;/span&gt;.&lt;/strong&gt; O sorriso do tolo, que encontramos na carta do assim chamado Tarô de Charles VI e naquele de Ercole I d’Este, é &lt;em&gt;"facilmente indicio di pazzia, secondo il detto di Salomone; però si vede che gli uomini reputati savii poco ridono e Christo N.S. che fu la vera saviezza, e sapienza, non si legge, chi ridesse giammai"&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;(“facilmente indício de tolice, segundo as palavras de Salomão; todavia, alguém pode ver que os homens considerados sábios raramente sorriem, e de Nosso Senhor Cristo, que era verdadeira sabedoria e conhecimento, jamais lemos que ele sorriu”)&lt;/span&gt;.&lt;/strong&gt; Uma estampa a água-forte do Século 16 apresenta um tolo sorrindo diante de um anjo, que cobre seus olhos com suas mãos a fim de não ver uma ação irracional &lt;strong&gt;(Figura 3)&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;Na carta iluminada dos Tarôs Visconti-Sforza, o tolo carrega penas em sua cabeça e uma vara em seu ombro &lt;strong&gt;(Figura 4)&lt;/strong&gt;. Uma figura similar foi pintada por Giotto na Capela Scrovegni em Pádua, como uma imagem de &lt;em&gt;"Stultitia"&lt;/em&gt; &lt;strong style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;(“Insensatez”)&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;(Figura 5)&lt;/strong&gt;. Neste fresco, o tolo leva entre seus lábios um objeto que encontramos nesta alegoria que é incrementado pela presença de penas na cabeça do personagem. Devemos antes de tudo considerar que nos tempos antigos, asas, penas e plumagem eram usadas como símbolos de velocidade. Cartari em seu trabalho &lt;em&gt;"Imagini de gli Dei de gl'Antichi"&lt;/em&gt; &lt;strong style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;(“Imagens dos Deuses dos Antigos”)&lt;/strong&gt; de 1647 repetidamente menciona os atributos do Sol-Apolo. Estes incluem asas e penas, significando a velocidade da perspicácia de Apolo, e da trilha seguida pelo Sol. Considerando a plumagem da cabeça de Mercúrio, os autores dizem isso &lt;em&gt;“Foram dados penas a Mercúrio, porque, quando se fala – que ele era o Deus – suas palavras costumavam voar através do ar, como se tivessem asas. Isso é porque Homero sempre falava das palavras como rápidas, aladas e emplumadas”.&lt;/em&gt; Sebastian Brant em seu &lt;em&gt;“Der Narrenschiff”&lt;/em&gt; &lt;strong style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;(O Barco dos Tolos)&lt;/strong&gt; de 1494 no soneto LVII “A Divina Providência”, tem isso a dizer sobre tolos presunçosos &lt;em&gt;“Alguém pode mesmo encontrar tolos que clamem dourar suas penas acolchoadas com palavras, e se acreditam sábios...”.&lt;/em&gt; As penas da cabeça do tolo representam assim os muitos elementos que o tolo está carecendo, que é a velocidade e intelecto, além de palavras adequadas. De fato, o cadeado selando a boca do tolo, como pintado por Giotto, leva esta função, visto que o tolo por outro lado não falaria apenas palavras insensatas, como descritas nas palavras da Bíblia, &lt;em&gt;“As palavras da boca de um sábio são graciosas; mas os lábios de um tolo o engolfará. O início das palavras de sua boca é insensatez; e o final de sua fala é loucura travessa”&lt;/em&gt; (Eclesiástico 10:12, 13).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma versão virtualmente idêntica àquela do tolo da carta Visconti-Sforza foi descoberta recentemente. Este é um modelo copiado a partir do original anterior, também datando por volta de Século 15, derivado do mesmo maço de Trionfi do qual já conhecemos as cartas do Sol, do Valete de Espadas e dos Amantes da coleção de Amadeo Cocchi. (As duas cartas da mesma coleção, que é o Cinco de Pantáculos e o Dois de Copas são de uma data ligeiramente posterior, e pertence a um outro maço). Nos tarôs Ercole I d’Estes, o tolo aparece quase despido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concernente a isso, Ripa escreve que &lt;em&gt;"La Stoltizia si dipinge ignuda perché il pazzo palesa i suoi difetti ad ognuno, senza vergogna"&lt;/em&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;(“A Estultícia é pintada despida, porque o tolo apresenta seus defeitos a todos, sem qualquer vergonha”)&lt;/span&gt;.&lt;/strong&gt; Nos chamados Tarôs de Charles VI, o tolo veste uma capa com enormes orelhas de asno, apresentando assim sua natureza bestial, e usa na roupa debaixo um design incrivelmente moderno &lt;strong&gt;(Figura 6)&lt;/strong&gt;. A imagem é muito parecida com a de um tolo apresentado em um códice de Bolonha datando por volta da segunda metade do século 15 &lt;strong&gt;(Figura 7)&lt;/strong&gt; carregando o costumeiro junco, mas de uma forma onde parece atravessar a palma de sua mão (uma relação alegórica com a o estigma do Nosso Senhor) como pode ser visto, em uma forma mais clara, em xilografia no trabalho mencionado acima, por Brant. A presença de um junco, que tem a mesma função como a vara, é justificada nesta forma &lt;em&gt;“Ele que deseja se divertir sem limites terá senão um suporte de um frágil junco” &lt;/em&gt;(Soneto LVII).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma variante iconográfica concerne à representação do Tolo a ser encontrada nos chamados Tarôs de Mantengna onde um cão ataca as coxas de um indigente &lt;strong&gt;(Figura 8)&lt;/strong&gt;. Essa tipologia permanecerá fixa por toda produção posterior de Tarôs. Uma espécie de carga também aparecerá no topo da vara, sustentado contra um ombro. A presença de um cão, próximo a um viajante indigente, é típica na arte Medieval, e provê um toque de realismo, visto que este animal latiria e freqüentemente atacaria vagabundos que se aproximassem das casas a fim de mendigar por caridade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um bem conhecido exemplo pode ser encontrado na representação do “Filho Pródigo” &lt;strong&gt;(Figura 9)&lt;/strong&gt; e do “Caminho de Vida” em “Haycart Triptych” de Bosch. Considerando isso, existe uma interessantíssima estampa a água forte do Século XV por Israel van Meckenem &lt;strong&gt;(Figura 10)&lt;/strong&gt;. O simbolismo diabólico associado com instrumentos de sopro – flauta e gaita de foles, contrastando com os instrumentos de cordas “celestiais” – apresenta a qualidade negativa da estampa a água forte. Por outro lado, a presença do cão relaciona o bobo da corte com o indigente, fazendo assim uma ponte entre as duas variantes iconográficas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devemos considerar agora um outro aspecto do tolo, desta vez associada com sua mística e visão sagrada. A Carta aos Coríntios estava muito em voga durante a Renascença. Algumas de suas palavras refletem a relação que existe entre Tolo e o Divino: &lt;em&gt;“Pois a palavra da cruz é para aqueles que perecem tolamente”&lt;/em&gt; (I, 1, 18); &lt;em&gt;“Que nenhum homem decida por si mesmo. Se qualquer homem pensa que é sábio entre vocês neste mundo, que se torne um estulto, para que ele possa se tornar sábio. Pois a sabedoria deste mundo é loucura com Deus.”&lt;/em&gt; (I, 3, 18-19). E é somente pela desistência dos bens materiais que o homem pode alcançar Deus, segundo o pensamento Cristão. O tolo, porque possui esta prerrogativa, foi as vezes visto como alguém inspirado, apenas a um passo do Divino. E é sempre Brant que satiriza sobre a vã glória dos tolos: &lt;em&gt;“Eles acreditam que Deus os tem beneficiado, e tem deixado a eles Sua dádiva para sempre”.&lt;/em&gt; (Soneto LVII).&lt;br /&gt;Concernente a divina natureza do tolo em relação aos tarôs, existe um manuscrito de sabedoria intelectual e moral de um autor anônimo do Século 16, que descobri na Estense Library de Modena e mais tarde submetido a atenção de Pietro Marsilli. A fim de conquistar o calor de uma senhora na corte, uma certa Mamma Riminaldi, o autor anônimo não encontrou nenhum remédio melhor do que tirar uma carta do maço de Tarôs, o tolo &lt;em&gt;“que é o cérebro divino”.&lt;/em&gt; Isso é porque a mais antiga lista conhecida de Tarôs, os “Sermones de ludo cum aliis”, coloca &lt;em&gt;“El matto”&lt;/em&gt; &lt;strong style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;(“O louco”)&lt;/strong&gt; próximo ao &lt;em&gt;“El mondo”&lt;/em&gt; &lt;strong style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;(“O mundo”)&lt;/strong&gt;, que é o Deus Pai.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Imagens do Texto:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;Figura 1.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5126125835436558562" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center;" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_ZQB6ku5q0TQ/RyOoSbcmCOI/AAAAAAAAADw/dbCgJ1CRex4/s320/Untitled-9.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;Figura 2.&lt;/strong&gt; &lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5126126230573549810" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center;" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_ZQB6ku5q0TQ/RyOopbcmCPI/AAAAAAAAAD4/r4pVuLiVmxc/s320/Untitled-8.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;Figura 3.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5126127063797205250" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center;" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_ZQB6ku5q0TQ/RyOpZ7cmCQI/AAAAAAAAAEA/j6dIzvv4-YE/s320/Untitled-10.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;Figura 4.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5126127373034850578" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center;" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_ZQB6ku5q0TQ/RyOpr7cmCRI/AAAAAAAAAEI/rb2o-opQYXk/s320/Untitled-11.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Figura 5.&lt;/strong&gt; &lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5126128068819552546" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center;" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_ZQB6ku5q0TQ/RyOqUbcmCSI/AAAAAAAAAEQ/ZqkrSqSdAA8/s320/Untitled-12.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Figura 6.&lt;/strong&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5126128622870333746" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center;" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_ZQB6ku5q0TQ/RyOq0rcmCTI/AAAAAAAAAEY/DFYSBoFv_Os/s320/Untitled-13.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Figura 7.&lt;/strong&gt; &lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5126129022302292290" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center;" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_ZQB6ku5q0TQ/RyOrL7cmCUI/AAAAAAAAAEg/j9Of9Qv8FfA/s320/Untitled-14.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Figura 8. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5126129550583269714" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center;" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_ZQB6ku5q0TQ/RyOrqrcmCVI/AAAAAAAAAEo/IxRqLja5xd0/s320/Untitled-15.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Figura 9. &lt;/strong&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5126131427483978098" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center;" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_ZQB6ku5q0TQ/RyOtX7cmCXI/AAAAAAAAAE4/8paxCxuy20A/s320/Untitled-16.jpg" border="0" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);font-size:85%;" &gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(51, 255, 255);" align="justify"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="color: rgb(51, 255, 255);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Andrea Vitali&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(51, 255, 255);"&gt;- 2004©&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="color: rgb(51, 255, 255);"&gt;Tradução de Cláudio Carvalho, 2007©&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 255, 255);"&gt;TECHNU® – Órgão de divulgação da Ciência Tarótica&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 255, 255);"&gt;SOCIEDADE LAMATRONIKA® - Todos os direitos reservados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3729007610061387194-7933300481183939413?l=technutaro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://technutaro.blogspot.com/feeds/7933300481183939413/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3729007610061387194&amp;postID=7933300481183939413' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3729007610061387194/posts/default/7933300481183939413'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3729007610061387194/posts/default/7933300481183939413'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://technutaro.blogspot.com/2007/10/carta-0-o-louco.html' title='CARTA 0: O LOUCO'/><author><name>Eruditos e Pesquisadores</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10122198475194099363</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-SaPFzU1GL54/Tj1_Y9r9D1I/AAAAAAAAAXo/DQli95pjvMk/s220/Perfil%2BTECHNU.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_ZQB6ku5q0TQ/RyOnPbcmCMI/AAAAAAAAADg/6GNB0b-9Aoc/s72-c/Untitled-12.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3729007610061387194.post-3898983358649866423</id><published>2007-10-25T12:23:00.000-07:00</published><updated>2008-03-20T10:21:46.560-07:00</updated><title type='text'>A.O. SPARE E O TARÔ</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_ZQB6ku5q0TQ/RyDvbbcmCGI/AAAAAAAAACw/0LDM1eyFesA/s1600-h/spare.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5125359630450821218" style="margin: 0px 10px 10px 0px; float: left;" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_ZQB6ku5q0TQ/RyDvbbcmCGI/AAAAAAAAACw/0LDM1eyFesA/s320/spare.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A.O. Spare tinha uma perspectiva única sobre Cartomancia e Tarô, incluindo a intrigante idéia do desenvolvimento de diferentes baralhos segundo o uso e aplicação. Enquanto a narrativa abaixo lida com jogos de cartas comuns, não há razão o porque das técnicas discutidas não possam ser usadas para Tarô. Spare é enfático sobre a importância do estado da mente durante a leitura, e compreendendo as combinações das cartas mais do que as cartas individualmente. Esta é uma coisa que tem sido negligenciada no Tarô, para nosso detrimento por bastante tempo. Uma vez que Spare foi um membro da Golden Dawn é razoável acreditar que ele foi exposto ao Tarô, particularmente o Tarô difundido e usado pela Ordem. Spare foi um dos maiores Ocultistas do século, e finalmente ele está recebendo o reconhecimento que ele merece com razão. Duas Fórmulas sobre Tarô são incluídas dentro de nove fórmulas em seu &lt;em&gt;Zoetic Grimoire of Zos&lt;/em&gt;, uma indicação de importância que Spare colocou na advinhação. &lt;em&gt;‘Zos Speaks! Encounters with Austin Osman Spare’&lt;/em&gt; é um livro fascinante. A primeira parte das crônicas das cartas entre AOS e Kenneth and Steffi Grant. Aparte dos insights ocultistas é fascinante ver uma fatia da vida Londrina entre 1949 e 1956. Spare se divertiu na companhia de proletários nos pubs, e ele era bem familiarizado com as prostitutas da área como está claro nas cartas e nos registros do seu diário. As lâminas em preto e branco, e a cores dão justiça ao extraordinário talento para retratar reinos mágickos. A segunda parte do livro é a Logomachy of Zos, do qual apresento uma pequena parte. Compre o livro! &lt;em&gt;Zos Speaks! Encounters with Austin Osman Spare. &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Quinta Fórmula:&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;Da Previsão pelas Cartas&lt;/em&gt; (Vaticinado pelos Familiares) profetiza o futuro pelas cartas ou outros meios. O que é de conseqüência, e portentoso, é o ‘estado da mente’ que é induzido no consulente pelo método e explicações categóricas dadas a ele: existe uma auto-sugestão indireta ou transposta. Qualquer coisa assim distraindo o subconsciente familiar deve reformular e re-sugerir a ele mesmo com compromisso a um evento posterior e similar. Outrossim, os dardos trespassados do feiticeiro através da aura protetora pela afirmação se tornam indireta sugestão como a do próprio consulente. Paradoxalmente, o modo mais rápido de suscetibilidade é pela recusa como descrença. Cartas podem ser usadas pela formulação da vontade, encantamentos, numerologia matemática, previsão de cartas. Fui ensinado ainda muito cedo na vida pela maior Bruxa dos anos recentes [Senhora Patterson]. Aqui está uma sinopse tosca de minha fórmula baseada sobre o que eu me lembro dela. Primeiro eu necessito de uma certa condição: Silêncio, e luz apenas o suficiente para o trabalho. Fecho meus olhos quando embaralho e sempre faço assim antes de entregar as cartas para o consulente embaralhar. Para começar, utilizo o jogo de cartas comum, mas logo encontro o expediente e de maior serviço para fazer meu próprio baralho, usando dezesseis cartas. Dividido como geralmente se faz em quatro naipes, as cartas da Corte representam a pessoa. Os naipes diferentes representam os fatores comuns da vida, i.e., trabalho, relações sociais, objetos, eventos, e qualidades emocionais, etc., nenhuma carta individual tem em si-mesma muita significância. Estou dando somente princípios gerais; não irei repetir o que pode ser ajuntado a partir do resumo de livros sobre o assunto. Eventos e tudo mais são dados importância, em grau, por combinações simples ou mais complexas de cartas similares ou relacionadas. &lt;strong style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Ilustração:&lt;/strong&gt; O dois de Espadas significa simplesmente ‘leve indisposição’, o nove de Espadas significa ‘incômodo’ ou ‘dor’; o dez de Espadas significa ‘aflição’. Assim, as cartas nesta ordem significam ‘doença séria’. Se a carta representando o consulente estiver lá, significa sua própria doença, e com a carta representando ‘fatalidade’ para o bem ou mal (invertida ou de outro modo), poderia significar morte. Uma diferente organização ou seqüência das mesmas cartas daria um equivalente diferente, significado estendido, ou definição. Assim, o dois de Espadas isolado das cartas similares poderia significar ‘doença sem importância’, ‘covardia’, ou ‘relutância’ e etc., dependendo das outras cartas que ‘caiam’ contra. As cartas não deveriam ser bastante ambíguas e se tornariam definidas e diferentes pela combinação. Essa é inicialmente a informação suficiente para a criação dos ‘significados’ das cartas, a única dificuldade é dar significado apropriado para cartas individuais assim como ter um completo vocabulário eficiente em cobrir todas as exigências. Inicie com o que você pode gerir e reconstruir pela constante adição e retificação. Combinações são inúmeras – sempre faça-las racionalmente. Quanto mais raro o evento, maior número de cartas necessárias para a combinação. Isto leva meses de trabalho para criar um baralho realmente racional. Inicie com um jogo de cartas escrevendo suas interpretações nelas. Depois, faça seu próprio baralho e desenhe seus próprios símbolos – formas geométricas servirão. Seja original – isto confere os melhores resultados. Minhas quatro cartas às mencionei acima: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5125367408636594338" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; width: 214px; height: 107px;" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_ZQB6ku5q0TQ/RyD2gLcmCKI/AAAAAAAAADQ/v1XMfqwMuN0/s320/fortun1_small.gif" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Métodos de deitar as cartas são numerosos. O melhor para adivinhação geral, é serpentino: &lt;strong&gt;[veja imagem]&lt;/strong&gt; lendo da esquerda para direita em fileira de nove cartas. &lt;strong&gt;Sinopse:&lt;/strong&gt; Faço um pequeno horóscopo deitando onze fileiras de cinco cartas, fileiras relacionadas a: Casa, Amor, Self, etc., - todas as quatro fileiras sendo relativas umas com as outras... (uma ou duas palavras ilegíveis aqui)... e respondendo o que desejar.As cinco cartas restantes indicam o evento imediato. Faça suas próprias regras e as mantenha, consistência neste caso é uma grande virtude. É possível prever qualquer coisa, mas baralhos especiais com seus significados especiais tende ser feitos, uma tarefa difícil e laboriosa. &lt;strong&gt;5ª Fórmula Alternativa:&lt;/strong&gt; Técnica de Cartomancia. Primeiro obtenha um bom livro sobre ‘cartomancia’. Isso dará a você uma idéia geral para a feitura de um baralho apropriado para seus próprios propósitos. Procure um baralho de jogos de cartas comum, e marque-as, topo e base (cartas têm uma inversão). Conte com o ‘livro’ somente para direção geral e método – os remanescentes de uma arte tradicional e perdida. Você deveria desenvolver seus próprios significados, símbolos e métodos. Isto é vital. Aqui estão os pontos proeminentes a notar: Cartas individuais são indicadores, não eventos – no mínimo, coisas sem importância, e assim façamos cartas separadas significarem pequenas coisas comuns – emoções e abstrações (amor, ódio, medo, etc.); ‘pessoas’ são indicadas por Reis e Rainhas, e ‘crianças’ por dois Valetes. Os diferentes naipes simbolizam as diferentes espécies de eventos ou emoções, etc. Assim, Espadas relacionam-se a enfermidade, luto, morte, desapontamento, medo, rancor. Corações indicam amor, casamento, amizade, felicidade, generosidade. Ouros indicam dinheiro, sucesso, fama, honra. Você encontrará cinqüenta e duas cartas mais do que adequada para ocultar os pequenos significados. Existe um número de significados que não caem sob qualquer naipe em particular, tais como ‘célere’, ‘acidental’, ‘legal’, etc.; estes deveriam ser colocados em qualquer naipe onde for propício. Colocar significados similares em uma carta, tais como ‘conclusão’ e ‘morte’. A inversão de uma carta significa o mesmo senão mais intensamente ou extensivamente. Assim: ‘doença sem importância’, invertida, significaria ‘doença real’. Também, uma carta especial é feita para intensificar qualquer carta que caia contra, invertida ela significa ‘contínua’ ou ‘regular’. É a combinação de certas cartas que indica os significados dos eventos e episódios da vida mais importantes. Por exemplo: uma combinação de Espadas – ‘Nove’, ‘Dez’, e ‘Ás’ – quando assim intimamente justaposto significaria morte muito próxima e, em combinação com cartas indicando ‘acidente’, ‘enfermidade’, ‘ódio’, significaria morte por acidente, enfermidade, assassinato ou suicídio, e assim por diante abrangendo cada evento possível. As computações matemáticas de cinqüenta e duas cartas são quase ilimitadas. Escreva seus significados e as principais combinações das cartas, e quando você as tiver memorizado totalmente mude-as em símbolos – mesmo se sua imaginação não puder sugerir mais do que sinais geométricos. Esta mudança para símbolos é muito importante. Para salvar da sobrecarga nas cartas com escrito ou símbolos, escreva abaixo uma lista de combinações mais raras e seus significados. Estude (dos livros sobre cartomancia) os diferentes métodos de deitada das cartas para leitura; por último você desenvolverá o método que ajude mais você. Meu método é simplesmente deitá-las em um alinhamento (ou quatro alinhamentos de treze cartas) e lê-las da esquerda para direita, mas isto é difícil e somente adeptos têm sucesso [Isso pode ser uma referência a GD Four Pile Spread PHB]. &lt;strong&gt;Esse é meu processo:&lt;/strong&gt; Primeiro o operador deve embaralhar as cartas enquanto olha nos olhos do consulente. O baralho é então passado para o consulente com um pedido para embaralhar as cartas enquanto pensa sobre o tudo o que ele deseja saber. Então deito as cartas e leio, observação especial sendo feita de justaposições de combinações. Quando juntas isso significa que o mesmo ocorrerá em breve. Todavia existem combinações que você sempre encontrará alguns dos significados únicos e confusos, e é aí onde a real habilidade do operador entra. A solução do(s) problema(s) será encontrada muito mais interessante do que quaisquer palavras-cruzada e quebra-cabeças. Métodos imaginativos ajudam. Uma simples ilustração:Uma carta significa ‘medo’ e a outra ‘honra’. Isso poderia ser lido como interpretação de que a pessoa em questão é ‘fraca’, mas tem a habilidade necessária, contra ‘o que ele teme por sua honra’ – caso não esteja implicado por outros fatores. Lembre-se, existe uma interpretação racional e verdadeira se você puder encontrá-la. Se você acredita no assunto ou não, isto deveria ser examinado como você se aproximaria de qualquer outra Arte ou Ciência – com uma mente aberta. Quanto a atitude do consulente, sua crença é imaterial, mas ele deveria estar disposto em não ser prejudicado; qualquer gracejo é fatal. Posso assegurar – julgando pelos resultados de outros que tenham usado este método – que qualquer pessoa de inteligência normal que segue cuidadosamente essas sugestões e que usa sua imaginação, com prática suficiente, estará apto a prever corretamente eventos futuros. Não espere resultados muito cedo. Eu não tenho feito somente o temperamento de pessoas corretamente descrito, senão, mesmo suas marcas físicas ocultadas. Educação tem pouco haver com esta faculdade. &lt;strong&gt;Conclusão:&lt;/strong&gt; Deveria levar seis meses para criar um baralho de cartas satisfatório, e uns outros seis meses para ganhar a necessária facilidade pela prática.Não há limite para o que pode ser previsto, usando baralhos especiais. Finalmente, cientistas jamais aprovarão ou desaprovarão qualquer coisa relacionada a “prever o futuro”; esta é uma obra para grandes artistas. Conseqüentemente a ciência poderá confirmar de uma forma mais completa o que os artistas já tem descoberto. &lt;strong&gt;Note bem:&lt;/strong&gt; todas as indicações essenciais para o Conhecimento Psíquico necessário para o desenvolvimento desta especializada habilidade são dadas em The Logomachy. Austin Osman Spare encontrou Aleister Crowley inúmeras ocasiões. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Extraído de: ‘Zos Speaks! Encounters with Austin Osman Spare’ publicado pela Fulgur Limited, 1998, ISBN 0 9531019 0 6&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 255, 255);font-size:85%;" &gt;Tradução de Cláudio Carvalho, 2007©&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(51, 255, 255);"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="color: rgb(51, 255, 255);"&gt;TECHNU®&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(51, 255, 255);"&gt;– Órgão de divulgação da Ciência Tarótica&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="color: rgb(51, 255, 255);"&gt;SOCIEDADE LAMATRONIKA®&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(51, 255, 255);"&gt;- Todos os direitos reservados.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3729007610061387194-3898983358649866423?l=technutaro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://technutaro.blogspot.com/feeds/3898983358649866423/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3729007610061387194&amp;postID=3898983358649866423' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3729007610061387194/posts/default/3898983358649866423'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3729007610061387194/posts/default/3898983358649866423'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://technutaro.blogspot.com/2007/10/ao-spare-e-o-tar.html' title='A.O. SPARE E O TARÔ'/><author><name>Eruditos e Pesquisadores</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10122198475194099363</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-SaPFzU1GL54/Tj1_Y9r9D1I/AAAAAAAAAXo/DQli95pjvMk/s220/Perfil%2BTECHNU.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_ZQB6ku5q0TQ/RyDvbbcmCGI/AAAAAAAAACw/0LDM1eyFesA/s72-c/spare.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3729007610061387194.post-2675504636909768436</id><published>2007-10-24T20:43:00.000-07:00</published><updated>2011-08-23T10:37:40.062-07:00</updated><title type='text'>O RESGATE DA ARITHMOLOGIA</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;ARITHMOGNOSE TERAPÊUTICA - UM SISTEMA PARA O AUTOCONHECIMENTO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_ZQB6ku5q0TQ/RyAUZbcmCDI/AAAAAAAAACY/8ViM41o1zeA/s1600-h/Kircher,A+-+Arithmologia.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5125118803044599858" style="margin: 0px 10px 10px 0px; float: left; width: 176px; height: 248px;" alt="" src="http://bp1.blogger.com/_ZQB6ku5q0TQ/RyAUZbcmCDI/AAAAAAAAACY/8ViM41o1zeA/s320/Kircher,A+-+Arithmologia.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Todas as culturas e Tradições da Antiguidade consideravam suas palavras como manifestações de forças sutis. Pithágoras, um dos herdeiros do Conhecimento Antigo, ensinava que “a alma (psique) é uma coisa&lt;/span&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;b style="color: rgb(51, 204, 255);"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;; mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language:PT-BR;mso-bidi-language:AR-SAfont-family:&amp;quot;;font-size:12.0pt;"  &gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;;mso-ansi-language: PT-BR;mso-fareast-language:PT-BR;mso-bidi-language:AR-SAfont-family:&amp;quot;;font-size:12.0pt;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;[&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;imortal, e que se transforma em outras espécies de coisas vivas; ademais, tudo o que nasce torna a nascer nas revoluções de um determinado ciclo, nada sendo absolutamente novo; e que todas as coisas que nascem com vida devem ser tratadas como coisas afins”.&lt;br /&gt;É possível ver e confirmar essa afinidade entre as coisas através de valores aritméticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos méritos de Pitágoras foi unir o sutil e o material em uma linguagem menos hermética e que pôde chegar até nós. Ele ‘traduziu’ e reduziu, por meio de equações matemáticas, as emanações para NOVE valores, que foram com o passar do tempo, adaptados aos alfabetos atuais. Isso nos possibilita, por exemplo, “ver” as afinidades  entre as palavras&lt;strong style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;. O processo é QUALITATIVO. Valor é uma qualidade, motivo pelo qual adotei em meu trabalho o termo grego ARITHMO para a emanação manifestada em cada letra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Ciência, tradução do vocábulo grego Mathema (Μάθημα), se manifesta através dos arithmos (αριθμός&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;b style="color: rgb(51, 204, 255);"&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;; mso-fareast-font-family:&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;;mso-bidi-Times New Roman&amp;quot;; mso-ansi-language:PT-BR;mso-fareast-language:PT-BR;mso-bidi-language:AR-SAfont-family:&amp;quot;;font-size:12.0pt;"  &gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;, energias específicas que interagem entre si e com o mundo físico. Seu estudo é a Arithmologia que por sua vez se subdivide em diversas matérias como, por exemplo, geometria, aritmética, física, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poucos estudiosos, em sua maioria de gerações passadas, usam o termo Aritmologia. Eu dei preferência em manter o th original em função do valor intrínseco na palavra. Usando a gemátria&lt;strong style="color: rgb(51, 204, 255);"&gt;[3]&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 204, 255);"&gt; &lt;/span&gt;com os valores atuais das letras vemos a diferença:&lt;br /&gt;ARITMO = 31/4&lt;br /&gt;ARITHMO = 39/12/3&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na hipótese ARITMO lidamos com que se costuma chamar “numerologia” – uma coisa básica e terrena, fechada em conceitos absolutos e, portanto impossível no plano da dualidade em que vivemos. O 4 resultante mostra exatamente isto. Por menos que os profissionais demonstrem isso, o quatro é tradicionalmente o número do fracasso, da pobreza e tristeza geral. As coisas (pessoas ou não) dessa categoria são consistentes, confiáveis, práticas – e também monótonas, pouco inspiradas. Carecem de vivacidade. São convencionais, de caráter simples, que não gostam de mudanças em seus padrões estabelecidos. O 3 tem a característica de ser otimista e o 1 é a síntese da ativação. Porém neste caso o otimismo se exacerba em função do ego e as pessoas presumem que mudar algumas letras vai atrair a bonança, a felicidade e o sucesso.&lt;br /&gt;Já ARITHMO traz de volta a essência da Ciência. O 39 pode ser resumido como “a expressão da espiritualidade”. O doze é o propósito de vida mais alto possível para os próximos nove séculos. O 3 resultante é extremamente afortunado, implicando energia criativa, inteligência, vivacidade, versatilidade. A fórmula por extenso fica assim: “expressão da espiritualidade é a soma da criatividade e autoconfiança com a cooperação e o equilíbrio dos opostos manifestando sensibilidade”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A “numerologia” usada hoje no Ocidente é um aspecto menor da Ciência dos Arithmos. Na verdade a maioria procura uma espécie de “numeromancia” e artifícios numéricos para facilitar a vida.&lt;br /&gt;Não adianta incluir ou retirar letras de um nome se, concomitantemente não for feito um trabalho interno.&lt;br /&gt;Não adianta saber se “sou um 3”ou “sou um 8” sem saber quais as energias que interagem e de que forma.&lt;br /&gt;Não adianta tratar qualquer coisa superficialmente, pois ela vai voltar mais cedo ou mais tarde, da mesma forma ou de outra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A meu ver a Arithmologia contém – além das matérias que já sabemos – o que eu chamo &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Arithmognose Terapêutica&lt;/span&gt; que vem a ser o cuidado consigo mesmo e com outros através do Conhecimento e essência dos números pessoais, ou seja, a necessidade de conhecer (gnose) as energias influentes (arithmos) para melhor cuidar (therapia) de si mesmo e de outras coisas como conseqüência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arithmologia é, portanto, o estudo dos valores dos algarismos representativos das energias ou forças sutis e sua influência sobre o meio e os seres vivos, enquanto que Terapia é um termo que, em grego, significa cuidado, solicitude, previsão, trato cuidadoso. Tratando cuidadosamente nossas energias através do conhecimento prévio podemos antever problemas e soluções. Autoconhecimento não é uma expressão nova. Na verdade é o pré-requisito para o Bem Viver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nosso nascimento possui um ponto inicial e, portanto, é passível de ser valorado. Por isso é que a partir do início da vida em determinado ciclo, a Data do Nascimento, podemos traçar as tendências para esta vida em particular observando os ciclos de seu desenvolvimento em busca do seu propósito.&lt;br /&gt;O número inteiro do nascimento indica, em pura fórmula matemática, a mistura especial de energias compreendidas em cada Caminho de Vida individual, os problemas e o potencial. Devemos resolver os primeiros antes de realizar o segundo. Cada dígito do número do nascimento revela sentidos ocultos relacionados ao Propósito, e todas as energias dos dígitos contribuem para o contexto. A ordem de cada dígito determina seu grau de influência. O dígito ou dígitos finais da direita indica o Propósito Primário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-size:100%;" &gt;O impulso para compreender o Propósito da Vida é tão importante para o crescimento psíquico-espiritual do ser humano quanto o comer bem é importante para a sua sobrevivência biológica.&lt;br /&gt;Enquanto não reconhecemos e não vivemos de acordo com o nosso propósito fundamental, nossa vida pode dar a impressão de ser um quebra-cabeça desarrumado: podemos acreditar que estamos aqui para “fazer alguma coisa”, mas não conseguimos captá-la. Trabalhamos e descansamos, ganhamos dinheiro e gastamos, temos nossa cota de prazeres e dificuldades, mas o reconhecimento do propósito fundamental de nossa vida pode continuar a fugir-nos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-size:100%;" &gt;Dan Millman&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossas vidas são cíclicas:&lt;br /&gt;Nascimento - Vida - Morte&lt;br /&gt;Infância - Adolescência - Maturidade&lt;br /&gt;Ciclo de Saturno - Ciclo de Urano - Ciclo Lunar&lt;br /&gt;Colégio - Faculdade - Pós-graduação&lt;br /&gt;Formatura - Mestrado - Doutorado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E outros tantos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além destes e de outros, a vida de cada um é “dividida” em ciclos de nove anos de experiências que se sucedem – cada ano desse ciclo tem propósito e energia próprios. Na Arithmologia eu trabalho com o Ciclo do Ano-Pessoal compreendido entre um aniversário e outro. As diferenças surgem apenas no foco: uma criança, um adolescente, um adulto ou um idoso, tem focos diferentes sobre esse propósito e como usar essa energia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em resumo as energias, quando não são obstruídas, são:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;1 - ATIVAÇÃO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;2 - ATRAÇÃO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;3 - EXPANSÃO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;4 - SEGURANÇA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;5 - EXPERIÊNCIA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;6 - HARMONIA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;7 - ANÁLISE&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;8 - RECOMPENSA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;9 - LIBERAÇÃO&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por exemplo:&lt;br /&gt;O BRASIL tem como Arithmo do Caminho de Vida o 29/11/2.&lt;br /&gt;O primeiro dois demonstra a tendência à solidariedade, cooperação e amálgama de sua população. O nove demonstra uma tendência à integralidade e, portanto a espiritualidade do povo. O onze demonstra a tendência à liderança, inspiração e serviço a Humanidade, ao mesmo tempo em que acentua o poder da sua redução – dois – o maior problema. O dois mal direcionado cai em seus atributos negativos, tornando o Brasil manhoso, descuidado, pusilânime, medroso, indiferente, insensível, indulgente, descortês, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou o brasileiro acorda e trabalha seu Arithmo 11, fazendo as modificações que precisa, repensando seus erros e acertos, corrigindo sua maneira de agir e ser, ou tudo vai acabar em uma grande depressão.&lt;br /&gt;O brasileiro deve se conscientizar de sua Nação e ser BRASILEIRO antes de querer ser qualquer outra coisa, desenvolver sua INDIVIDUAÇÃO.&lt;br /&gt;Não é fácil – mas é necessário se individualizar.&lt;br /&gt;Ser não dividido é ser íntegro.&lt;br /&gt;Se Autoconhecer.&lt;br /&gt;Ser Humano. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;Notas:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong style="color: rgb(51, 204, 255);"&gt;[1]&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 204, 255);"&gt; &lt;/span&gt;Coisa ou cousa é tudo o que existe ou pode existir. Existência implica em manifestação.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong style="color: rgb(51, 204, 255);"&gt;[2]&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 204, 255);"&gt; &lt;/span&gt;O termo ΑΡΙΘΜΟΣ significa número, mas também duração, consideração, conta ou caso que se faz de alguma coisa; isso no grego moderno. Para a o Autoconhecimento o arithmo é a essência, a energia irradiante&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt; das influências da própria Mathema.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong style="color: rgb(51, 204, 255);"&gt;[3]&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 204, 255);"&gt; &lt;/span&gt;GEMÁTRIA é a soma dos valores das letras. Essa palavra é uma metátese da palavra grega ΓΡΑΜΜΑΤΟΣ (grammatos) adotada pelos hebreus, provavelmente no período da primeira Diáspora quando muitos hebreus helenizados se instalaram em Alexandria.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong style="color: rgb(51, 204, 255);"&gt;[4]&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 204, 255);"&gt; &lt;/span&gt;Comportamento de existência de robô.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt; 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   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:10.0pt;font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;; color:#3366FF"&gt;SOCIEDADE LAMATRONIKA® - Todos os direitos reservados. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:&amp;quot;Trebuchet MS&amp;quot;;color:#3366FF"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="Trebuchet MS&amp;quot;; font-family:&amp;quot;;font-size:10.0pt;color:#3366FF;"   &gt;&lt;/span&gt;   &lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3729007610061387194-2675504636909768436?l=technutaro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://technutaro.blogspot.com/feeds/2675504636909768436/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3729007610061387194&amp;postID=2675504636909768436' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3729007610061387194/posts/default/2675504636909768436'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3729007610061387194/posts/default/2675504636909768436'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://technutaro.blogspot.com/2007/10/o-resgate-da-arithmologia.html' title='O RESGATE DA ARITHMOLOGIA'/><author><name>Eruditos e Pesquisadores</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10122198475194099363</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-SaPFzU1GL54/Tj1_Y9r9D1I/AAAAAAAAAXo/DQli95pjvMk/s220/Perfil%2BTECHNU.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp1.blogger.com/_ZQB6ku5q0TQ/RyAUZbcmCDI/AAAAAAAAACY/8ViM41o1zeA/s72-c/Kircher,A+-+Arithmologia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3729007610061387194.post-6272341508030209252</id><published>2007-10-23T19:33:00.000-07:00</published><updated>2008-03-20T10:49:17.069-07:00</updated><title type='text'>O TRIUNFO DA MORTE</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;INTRODUÇÃO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_ZQB6ku5q0TQ/Rx60IBjM55I/AAAAAAAAACQ/5jZUtne1btU/s1600-h/morte_yale.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5124731475942238098" style="margin: 0px 10px 10px 0px; float: left;" alt="" src="http://bp0.blogger.com/_ZQB6ku5q0TQ/Rx60IBjM55I/AAAAAAAAACQ/5jZUtne1btU/s320/morte_yale.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Esta é uma boa oportunidade para que haja alguns interessantes esclarecimentos sobre a tão polêmica lâmina do Livro de Thoth, chamada Morte.&lt;br /&gt;Muito se fala sobre a Morte no que concerne ao seu contexto místico, supersticioso, alquímico entre outras considerações. Geralmente falar da Morte, é algo ao mesmo tempo intrigante e também assustador, pois não se sabe o que há do ‘outro lado’ ou ‘além’ da vida.&lt;br /&gt;Desde os tempos antigos, muito se estudou e falou sobre este delicado tema, no entanto, as concepções tanto vulgares como escatológicas da Morte se misturaram de uma forma descontrolada e desta junção surgiram vários equívocos e superstições que transviaram os conceitos mais internos do que realmente ela significa, e o que nos restou sobre sua real leitura está inclusa na simbologia e iconografia de diversas gravuras e pinturas realizadas na Idade Média passando pelo frescor da Renascença que resgatou os mitos mais antigos da Grécia e confluindo pela alegoria detalhada do Barroco onde se desenvolveu para novos traços soturnos e ocultos da Tradição Hermética Romântica.&lt;br /&gt;Mesmo em meio a tantas transformações, a Morte sempre realizou sua Dança, se adaptando aos costumes culturais que marcha sempre a dispor do seu Triunfo.&lt;br /&gt;Apesar deste tema ser muito mais antigo do que o período que este ensaio abarcará, resta testemunhar que a época mais rica concernente a Morte é a Idade Média e a Renascença, pois, representam ambas uma equívoca compreensão e um natural fascínio que abraçou as mentes destes dois períodos.&lt;br /&gt;Humanistas dos anos Trecentto tais como François Rabelais (†1553), Francesco Petrarca (†1374), Giovanni Boccaccio (†1375) só para citar alguns, todos se basearam muito nos escritos do poeta florentino, Dante Alighieri (†1321), principalmente na sua maravilhosa obra A Divina Comédia, que descreve a ascensão de um andarilho ao cume de sua Iniciação atravessando três aspectos da Morte. Estes humanistas tiveram forte influência sobre a literatura e pintura daquela época, por exemplo, Petrarca, um grande erudito, por volta de 1356 escreve um belíssimo poema chamado Il Trionphi, que retrata através de alegorias triunfais em suas procissões seculares seis cartas Trunfos, Amor (Os Amantes), Castidade (A Temperança), Morte, Fama (A Carruagem), Tempo (O Eremita) e Eternidade (O Mundo). Inclusive existe uma teoria sobre a etimologia da palavra Trunfo dado aos Arcanos Maiores, atribuídos ao título do poema de Petrarca, e outros a Jacopo Antonio Marcello, um orador do século XV.&lt;br /&gt;Alguns pesquisadores da história do Tarô se baseiam na criação da lâmina XIII através de um drama distinto do ciclo litúrgico que é naturalmente chamado de diversos nomes como, A Dança da Morte, A Dança Macabra etc. Este drama foi provavelmente incentivado pela Peste Negra que devastou a Europa entre 1347 e 1364. A ocorrência deste fato foi devido a enorme dificuldade que existia quanto a higiene entre os europeus, ao contrário do Oriente cuja limpeza era muito apreciada, houve a proliferação epidêmica por quase todo o Ocidente.&lt;br /&gt;A Dança da Morte chama atenção do homem para assuntos mais espirituais, e não a frivolidade que abraçava a muitos devido à insatisfação existente naqueles tempos levando muitas pessoas para devassidão a fim de contrariar um conceito dogmático e ditador que os meios religiosos impunham a população. O simbolismo mortuário conota que a Morte existe para todos independentes de classes ou hierarquias, e que nada se leva para o outro mundo a não ser sua moral e retas ações e esta era a visão pictórica representada no Cemitério dos Inocentes em Paris, que qualifica todas as classes sociais, tais como, O Papa, O Imperador, O Mendigo, O Louco, O Eremita entre outros de modo que nada escapa a Morte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;AS VARIAÇÕES DA DANÇA DA MORTE&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numerosas versões da Dança da Morte foram pintadas por inúmeros gravadores na Holanda, Alemanha e Bélgica. Seu fascínio perdura até os tempos modernos&lt;strong style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;[1]&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;, e tende a continuar.&lt;br /&gt;Em sua Divina Comédia (1918:768), Dante no ‘Purgatório’ se depara com a Morte quando se confessa como culpado, e assim Mathilde mergulha-o no Lethes para purificá-lo. Esta confissão foi necessária para que Dante pudesse prosseguir em seu Caminho que o levaria até o Paraíso por Beatriz, sua Essência. Neste momento ele estava preparado para sua primeira morte e neste exato instante é recitado no verso 34 do Capítulo XXXI:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-size:85%;" &gt;“Mathilde, abrindo os braços de repente,&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-size:85%;" &gt;Cingiu-me a fronte e subito afundou-me;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-size:85%;" &gt;Era dessa agua haurir convenientemente”.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;br /&gt;Análogo a Dante, um outro excelente poeta, gravador e pintor inglês, Willian Blake (†1827) em The Couch of Death (Poetry and Prose of Willian Blake, 1956:42) com forte influência gótica, em meio a uma densa floresta com animais noturnos a espreita, uma família se reunia próximo do leito de um jovem doente, prestes a deixar seu corpo debilitado quando elocubrava sobre sua partida e falava a Morte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;em style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;“Eu caminho em regiões de Morte,&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;em style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Onde não há árvores; sem uma lanterna para dirigir meus passos,&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;em style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Sem um bastão para apoiar-me”.&lt;strong&gt;[2]&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;br /&gt;Contudo, ao final, sua Dança da Morte foi confortada pelos anjos permitindo ao jovem uma partida prazerosa para a eternidade.&lt;br /&gt;Outra faceta de sua eterna Dança, se encontra em Flores do Mal, do poeta e escritor Charles-Pierre Baudeleire (†1867) que a dedicou a sua paixão, uma mulata chamada Jeanne Duval em 1857. No seu vigésimo-nono poema, intitulado A Serpente que Dança (1981:56) ele vislumbra o poder de sedução da Morte como uma Serpente que semeia astros em sua alma. Uma das estrofes coloca:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:trebuchet ms;" &gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;“Ao ver teu corpo que balança,&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:trebuchet ms;" &gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Bela de exaustão,&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:trebuchet ms;" &gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Dir-se-ia serpente que dança,&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:trebuchet ms;" &gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Em torno de um bastão”.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;br /&gt;Como pode ser observado, o teor dos versos do século XIX já apresenta uma formatação de “movimento” para a Morte, não mais como uma procissão triunfal, mas como sedução da metamorfose interna sucumbindo todo e qualquer desejo ao Anelo por Deus, por Aquela inebriante Amada que lume diante do Templo Interior, nas águas primordiais do Si-Mesmo.&lt;br /&gt;Ocorre aqui, uma necessidade de retorno ao princípio hermético que diferentemente das lâminas do passado, agora demonstra uma simbologia mais complexa e dirigido aos contextos alquímicos e qabalísticos tão caros aos hermetistas românticos. Julius Evola (A Ciência Hermética, 1979:130) desenvolve bem o resgate alquímico quando diz:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255); font-weight: bold;"&gt;“Ora, todo o segredo da primeira fase da Obra hermética consiste nisto: em proceder de tal modo que a consciência não fique reduzida e depois suspensa no umbral do sono, mas sim que, pelo contrário, possa seguir em todas as suas fases a realização deste processo, até uma situação equivalente a morte. A “ dissolução “ converte-se então numa experiência vívida, intensa, indelével, e é esta a “morte” alquímica, o “mais negro que o negro”, a entrada na “tumba de Osíris ”, o conhecimento da terra escura, o regime de Saturno de que falam os textos”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Transpassando o que Evola nos diz acima para uma Ode de Fernando Pessoa (Obra Poética, Vol.1, 1986:248) interpretando o momento único da Morte como uma solene prostração diante do Silêncio, ele reitera:&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;“Quando eu morrer,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center; color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Quando me for, ignobilmente, como toda a gente,&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Por aquele caminho cuja idéia não se pode encarar de frente,&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Por aquela porta a que, se pudéssemos assomar, não assomaríamos,&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Para aquele porto que o capitão do Navio não conhece,&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Seja por esta hora condigna de tédios que tive,&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Por esta hora mística e espiritual e antiqüíssima,&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Por esta hora em que talvez, há muito mais tempo do que parece,&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Platão sonhando viu a idéia de Deus&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Esculpir corpo e existência nitidamente plausível&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Dentro do seu pensamento exteriorizado como um campo”.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;br /&gt;Como o leitor atento pode observar, a contínua Dança da Morte, resvala a todo o momento em nossas vidas, seja de uma forma consciente ou não, ela sempre está a um passo de nós, a fim de nos beijar e abraçar, em um louco frenesi de deleite.&lt;br /&gt;Outro que sentiu o hálito frio da doce Morte foi Oscar Wilde&lt;strong style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;[3]&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;, poeta, dramaturgo e escritor editou uma belíssima coletânea de poemas chamado Rosa Mystica e em seu Requiescat (Obra Completa, 1961:873) ele declara:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;“...ela que era jovem e bela, converteu-se em pó,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Semelhante ao lírio, branca como a neve,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Apenas sabia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Que era mulher...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Silêncio, silêncio, ela não pode ouvir&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;A lira ou o sonêto;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Tôda a minha vida está enterrada aqui,&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Amontoai terra sôbre ela”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Aleister Crowley (†1947), em sua excepcional coletânea (Collected Works of Aleister Crowley, sd:99) de 1907, escreve em Gargoyles – Images of Death uma litania para Kali cuja uma das estrofes é recitada desta forma:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;“Morte a partir da força universal,&lt;br /&gt;Destina-se para o universo sem força&lt;br /&gt;Nascimento. Eu aceito o percurso furioso,&lt;br /&gt;Invoco a maldição toda abrangente,&lt;br /&gt;Benção e paz para além i.e.&lt;br /&gt;Quando Eu aniquilar o “Eu”.&lt;strong&gt;[4]&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Várias tradições religiosas reverenciam ao mito e aos seus deuses ancestrais, e isto vai além quando se invoca a Tradição Céltica com seus mais de quatrocentos deuses e deusas que transbordam em um misto de tragédia e heroísmo, e um de seus maiores herdeiros surge das lendas Arthurianas, Merlin também conhecido como Myrddin, oferece um deleite em sua Dança da Morte no poema Song of Taliesin (The 21 Lessons of Merlin, 1996:52) e que canta assim:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;“Tenho sido um búfalo feroz e um veado amarelo.&lt;br /&gt;Tenho sido um barco no oceano.&lt;br /&gt;Tenho sido a espuma da água.&lt;br /&gt;Tenho sido uma gota no ar.&lt;br /&gt;Tenho viajado alto como uma águia.” &lt;strong&gt;[5]&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;br /&gt;A Dança da Morte refuta as relações fugazes da vida em favor ao que é mais profundo em nós, nos tocando e nos despertando para uma direção única e sem desvios para a total consciência de quem realmente somos. Ela nos faz perceber a vulgarização que abarca o meio de vida do ser humano, e este tema, apesar de secular é extremamente atual em muitos sentidos. Desta concepção de tempo, eis que surgem as variações iconográficas nas lâminas do Tarô como um todo, e no caso da Morte estas variações soam provocativas e desafiadoras aos homens com o intuito de não subestimarem seu poder Triunfal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;A ICONOGRAFIA DA MORTE&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A variação iconográfica das lâminas da Morte sugere de uma certa forma, os aspectos culturais e religiosos que vigoravam em uma determinada época da feitura das imagens gravadas seja em xilografia ou água forte determinando as formas e traços que desempenhavam os tarotiers nos respectivos séculos de registro das cartas de Tarô.&lt;br /&gt;Assim como houve o desenvolvimento da visão sobre a Morte, a sua iconografia gerou interessantes quadros desde o tempo de Duccio di Buoninsegna fundador da Escola de Siena e Giotto cujos autores como Petrarca, Boccaccio, Ghiberti e Leonardo Vasari o preservaram do anonimato&lt;strong style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;[6]&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt; até os desenhos de Pamela Colman Smith e Lady Frieda Harris no século XX.&lt;br /&gt;As lâminas mais antigas representavam a Morte desnuda, apenas o esqueleto com sua foice, ora a pé ou a cavalo. Posteriormente, alguns baralhos colocam-na com um capuz ou robe, outros uma armadura como no Tarô de Waite, segundo ele (The Pictorial Key to the Tarot, 1971:120) houve necessidade de uma retificação nesta lâmina:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;“O véu ou mascara da vida é perpetuada na mudança, transformação, e passagem do mais baixo para o mais alto, e isto é mais adequadamente representado no tarô retificado por uma das visões apocalípticas do que pela crua noção, do esqueleto ceifando”.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Liz Greene e Juliet Sharman-Burke (O Tarô Mitológico, 1990:71) usam em suas lâminas o modelo grego para as imagens hieráticas, no caso da Morte elas optaram por Hades, o Senhor do Submundo ou subconsciente. Em sua pictografia a Morte utiliza um elmo tapando-lhe o rosto juntamente com um robe negro cobrindo-lhe todo o corpo. Talvez indicando o Silêncio que existe por trás de cada transformação interior.&lt;br /&gt;Segundo Stuart Kaplan (Tarô Clássico, 1983:104), existe um interessante simbolismo referente ao esqueleto no qual ele fala:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;“A energia do esqueleto age como uma força demolidora que serve para romper as correntes que impedem e obstruem as mudanças. O medo da mudança muitas vezes obscurece a promessa de um novo rumo e as oportunidades que aguardam a pessoa capaz de alterar o rumo de sua vida.”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Papus (El Tarot de los Bohemios, 1970:160) sob outra perspectiva complementa o que disse Kaplan com esta afirmativa:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;“As obras da cabeça (concepção) se transformam imortais tão pronto forem realizadas (mãos e pés).”&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existe um processo alquímico que percorre sutilmente a carta da Morte que faz parte constante do desenvolvimento de todas as coisas que existem no universo, desde a menor partícula de matéria até a mais ampla que possa existir, uma potência que confunde a muitos eruditos, pesquisadores e hermetistas, que se resume em Transmutatio, algo muito mais além do que a transformação inerente de sua rica imagem. Alguns a chamam de Transmutatio Virium ou Transmutação das Forças como diria Mouni Sadhu (O Tarô, 1993:234). As miríades de formas são senão transitórias, pois o homem tem o poder tanto de mascará-las como de transmutá-las e assim pode se tornar uma fonte inesgotável de problemas emocionais e psíquicos sendo subjugado pela sua personalidade ou destilá-la transformando seus valores e expandindo sua consciência até obter um estado de Vazio e se tornar Um em Si-mesmo, i.e. UNO.&lt;br /&gt;Crowley (The Book of Thoth, 1969:106) identificou este Transmutatio com o glifo da Águia, que é representante do aspecto mais sublimado do Escorpião, o signo que tipifica a Morte. Ele explica:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;“O mais alto aspecto da carta é a Águia, que representa exaltação acima da matéria sólida.”&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E continua:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;“A carta em si mesma representa a dança da morte; a figura é um esqueleto segurando uma foice, e ambos o esqueleto e a foice são significativamente símbolos Saturninos.”&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Saturno representa o Tempo, mas sob outro aspecto enaltece o intervalo existente entre um ciclo e outro, uma espécie de contração do tempo e isto reside quando as polaridades se neutralizam em um exato instante como a eternidade, isto indica uma visão característica das escolas Zen.&lt;br /&gt;Oswald Wirth possivelmente percebeu algo próximo disto quando elaborou a carta XIII do seu baralho. Ele se baseou nas lâminas do Tarot du Marseille, principalmente na pictografia do baralho produzido por Nicholas Conver, contudo ele aliou a imagem de algumas cartas com os ensinamentos taróticos de Eliphas Levi Zahed (†1875), uma das maiores expressões de Levi em seu baralho é verificado nos Trunfos VII (A Carruagem) e XV (O Diabo), este último tipificando a figura hierática de Baphomet (Dogma e Ritual de Alta Magia, 1974: 220/401). No entanto o décimo-terceiro Trunfo, A Morte apresenta uma face sorridente indicando um êxtase em decapitar as fraquezas dos homens a fim de transformá-los devidamente para a próxima fase de sua Iniciação, que irá retificá-lo quando beber um pouco do Elixir da Vida, mas como, vida após a Morte? Eis a confusão de muitos.&lt;br /&gt;Wirth com sua Morte, muito provavelmente se apoiou no modelo pictográfico no Tarocco Piemontese, elaborado alguns anos antes da feitura de seu baralho (I Tarocchi. Storia Arte Magia, 2006:71).&lt;br /&gt;Muitos dos baralhos românticos foram idealizados a partir de sutis indicações de baralhos anteriores ainda que haja uma diferença clara entre eles. O que muitos tarólogos deveriam saber é que não há uma divisão necessariamente do caminho tomado por ambos os baralhos, dos medievais aos do século XVII daqueles que frutificaram após o romantismo de Antoine Court Gebelin (†1784), obviamente que determinados símbolos foram recuperados e trazidos a tona enquanto outros foram retificados, no entanto, a Morte que é mais completa e que dança triunfalmente no bailado do seu harmonioso ritmo foi pintada maravilhosamente por Lady Frieda Harris, no Tarô de Thoth. E é justamente com ela que finalizamos este pequeno ensaio sobre Aquela que é mais temida e mais amada de todos os medos do ser humano, A Divina Morte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;“Morte que me traz a leve sensação de frescor,&lt;br /&gt;Ceife em mim a sua paixão e anelo,&lt;br /&gt;Pois nossas almas são Um em Um,&lt;br /&gt;E nossos corações são destruídos,&lt;br /&gt;Pelo pavor que me eleva a uma nova paisagem,&lt;br /&gt;A força do teu Amor por mim,&lt;br /&gt;Transmitida em único Beijo,&lt;br /&gt;Eu Mesmo para sempre.” &lt;strong&gt;[7]&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Referência Bibliográfica:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Alighieri, Dante&lt;/span&gt;: &lt;em&gt;Divina Comedia.&lt;/em&gt; Traducção Brasileira de José Pedro Xavier Pinheiro: 2ª edição. Cuidadosamente revista, accrescida com setenta e cinco estampas de GUSTAVO DURÉ, enriquecida com um autographo do Traductor e acompanhada de um completo RIMARIO organisado pelo filho do Traductor Xavier Pinheiro (J.A.), I Volume. Editor Jacintho Ribeiro dos Santos. 1918: Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Baudelaire, Charles-Pierre&lt;/span&gt;: &lt;em&gt;As Flores do Mal.&lt;/em&gt; Círculo do Livro S.A.: 1981. São Paulo.&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Blake, Willian&lt;/span&gt;: &lt;em&gt;Poetry and Prose of Willian Blake.&lt;/em&gt; The Centenary Edition of Blake’s Poetry and Prose. Edited by Geoffrey Keynes. Complete in one volume. The Nonesuch Library. 1956: London.&lt;br /&gt;-&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Burke-Sharman, Juliet e Liz Greene&lt;/span&gt;: &lt;em&gt;O Tarô Mitológico, uma nova abordagem para a leitura do Tarô.&lt;/em&gt; Edições Siciliano: 1990. São Paulo.&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Chevalier, Jean e Alain Gheerbrant&lt;/span&gt;: &lt;em&gt;Diccionario de los Símbolos.&lt;/em&gt; Editorial Herder S.A.: sd. Barcelona.&lt;br /&gt;- Crowley, Aleister: &lt;em&gt;Collected Works of Aleister Crowley.&lt;/em&gt; With portraits. Volume III. Foyers Society for the Propagation of Religious Truth. [1907]. rpt. by Yogi Publication Society: sd. Illinois.&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;______________&lt;/span&gt;: &lt;em&gt;The Book of Thoth &lt;/em&gt;(Egyptian Tarot) by Master Therion. Samuel Weiser, Inc.: 1969, rpt. 1996: Maine. Também traduzido em português como (O Livro de Thoth), Editora Madras Ltda e Anúbis Editores Ltda: 2000. São Paulo.&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;______________&lt;/span&gt;: &lt;em&gt;The Crowley Tarot, the handbook to the cards by Aleister Crowley and Frieda Harris.&lt;/em&gt; Arranged and Foreword by Akron and Hajo Banzhaf. U.S.Games Systems, Inc.: 1995. Stamford. CT.&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;________________&lt;/span&gt;: &lt;em&gt;Thoth Tarot Deck:&lt;/em&gt; Designed by Aleister Crowley and artist executant, Frieda Harris. Distributed by Samuel Weiser, 734 Broadway, N.Y. 10003, Printed in U.S.A. [1969].&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;________________&lt;/span&gt;: &lt;em&gt;Thoth Tarot Deck:&lt;/em&gt; Designed by Aleister Crowley and painted by Lady Frieda Harris. Booklet of Instructions [Two essays by Lady Frieda Harris &amp;amp; foreword by S.R. Kaplan]. Complete 78-Card Crowley Tarot Deck in stunning new edition based upon the original pintings. Cards printed in Belgium. Booklet and box printed in U.S.A. Published and distributed by U.S. Games, Inc: 1978. New York&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;________________&lt;/span&gt;: &lt;em&gt;Thoth Tarot Deck:&lt;/em&gt; In small card size. Booklet of Instructions [Includes essays by Lady Frieda Harris and foreword by Stuart R. Kaplan]. Complete 80-Card Crowley Tarot Deck Includes Three Renditions of The Magus/Magician Cards. Published and distributed by U.S. Games Systems, Inc, Stamford and AGMüller &amp;amp; CIE, Switzerland: 1986.&lt;br /&gt;-&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Ediciones del Prado&lt;/span&gt;: &lt;em&gt;História Geral da Arte.&lt;/em&gt; Arquitetura, Escultura, Pintura e Artes Decorativas. Dicionário Biográfico de Artistas I (A-K). Fernado Chinaglia Distribuidora S.A.: 1996. Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Evola, Julius&lt;/span&gt;: &lt;em&gt;A Tradição Hermética. Nos seus Símbolos, na sua Doutrina, e na sua Arte Régia.&lt;/em&gt; Edições 70: 1979. Lisboa.&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Huson, Paul&lt;/span&gt;: &lt;em&gt;Mystical Origins of the Tarot. From Ancient Roots to Modern Usage.&lt;/em&gt; With ilustrations by the author. Destiny Books: 2004. Vermont.&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Kaplan, Stuart R.&lt;/span&gt;: &lt;em&gt;Tarô Clássico. Cartas vindas do passado revelam o futuro. Um guia definitivo e profissionalmente ilustrado do Tarô.&lt;/em&gt; Editora Pensamento Ltda: 1983. São Paulo.&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Levi, Eliphas&lt;/span&gt;: &lt;em&gt;Dogma e Ritual da Alta magia.&lt;/em&gt; Editora Pensamento S.A.: 1974. São Paulo&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Monroe, Douglas&lt;/span&gt;: &lt;em&gt;The 21 Lessons of Merlin. A Study in Druid Magic &amp;amp; Lore.&lt;/em&gt; Llewellyn Publications: 1996. Minnesota.&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Papus&lt;/span&gt;: &lt;em&gt;El Tarot De Los Bohemios. Clave absoluta de la Ciencia oculta.&lt;/em&gt; Editorial Kier, S.A.: 1970. Buenos Aires.&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Pessoa, Fernando&lt;/span&gt;: &lt;em&gt;Obra Poética.&lt;/em&gt; Em um volume. Editora Nova Aguilar S.A.: 1986. Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Sadhu, Mouni&lt;/span&gt;: &lt;em&gt;O Tarô, manual prático de ocultismo.&lt;/em&gt; Editora Siciliano: 1993. São Paulo.&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Vitali, Andrea e Zanetti, Terri&lt;/span&gt;: &lt;em&gt;I Tarocchi. Storia Arte Magia dal XV al XX secolo.&lt;/em&gt; Edizioni LE TAROT: 2006. Ravenna.&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Waite, Arthur E.&lt;/span&gt;: &lt;em&gt;The Pictorial Key to the Tarot. Being Fragments of a Secret Tradition Under the Veil of Divination. &lt;/em&gt;With 78 plates, Illustrating the Greater and Lesser Arcana, from Designs by Pamela Colman Smith. Introduction by Paul M. Allen. Rudolf Steiner Publications: 1971. New York.&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;______________&lt;/span&gt;: &lt;em&gt;Tarô. A Sorte Pelas Cartas. Constando de fragmentos de Uma Tradição Secreta Sob o Véu da Advinhação.&lt;/em&gt; Com 78 gravuras ilustrando os Grandes e Pequenos Arcanos. Editora Tecnoprint S.A.: 1985. São Paulo.&lt;br /&gt;-&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; ______________&lt;/span&gt;: &lt;em&gt;Produced by Frankie Albano.&lt;/em&gt; (Albano-Waite). This Tarot was created by Arthur Edward Waite and artistically painted by Pamela Colman Smith. Published by TAROT PRODUCTIONS, Inc: 1968. Los Angeles.&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Wirth, Oswald&lt;/span&gt;: &lt;em&gt;The Original and only authorized Oswald Wirth Tarot Deck.&lt;/em&gt; Made in Switzerland by AGMüller. Distributed exclusively by U.S. Games, Inc: 1976. Stamford.&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Wilde, Oscar&lt;/span&gt;: &lt;em&gt;Obra Completa.&lt;/em&gt; Em um volume. Editôra José Aguilar, Ltda: 1961. Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Discografia:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;- &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Theatre of Tragedy&lt;/span&gt;: &lt;em&gt;Velvet Darkness They Fear.&lt;/em&gt; Massacre Records: 1996. California.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong&gt;Notas:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;[1]&lt;/strong&gt; Existe uma banda de Doom Metal chamada Theatre of Tragedy que enaltece os dançarinos da morte em uma de suas belas músicas quando diz: &lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;“Hush’d with a gasp of life’s breath, Together red tears we wept – in vain, And pass’d the procession of dancersdead – As in darkness were we lock’d in wed: I kiss’d the Seven Angels of Death”.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; (On whom the Moon doth Shine).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;[2]&lt;/strong&gt; No original em inglês: &lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;“I walk in regions of Death, Where no tree is; Without a lantern to direct my steps, Without a staff to support me”&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; .(The Couch of Death).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;[3]&lt;/strong&gt; Oscar Fingal O’Flahertie Wills Wilde nasceu em Dublim em 16 de Outubro de 1854 e faleceu em Paris em 30 de Novembro de 1900.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;[4]&lt;/strong&gt; No original em inglês:&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; “Death from the universal force, Means to the forceless universe, Birth. I accept the furious course, Invoke the all-embracing curse, Blessing and peace beyond may ie, When I annihilate the “I.”&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; (Kali).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;[5]&lt;/strong&gt; A estrofe original: &lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;“I have been a fierce Bull and a yellow buck. Ihave been a boat upon the sea. I have been the foam of water. I have been a drop in the air. I have journeyed high as an eagle.”&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; (The Song of Taliesin).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;[6]&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt; &lt;/span&gt;Giotto pintou em 1302 vinte e quatro afrescos na Capela de Scrovegni em Pádua. Um dos afrescos mais famosos é chamada Fidis ou Fé, que representa de uma forma hierática, o Trunfo A Sacerdotisa.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;[7]&lt;/strong&gt; De minha autoria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Ensaio publicado na revista "&lt;a href="www.thecauldronbrasil.com.br/"&gt;O Caldeirão&lt;/a&gt;" número XII, 2007&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(51, 255, 255);"&gt;Cláudio Carvalho, 2006©&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 255, 255);"&gt;TECHNU® – Órgão de Divulgação da Ciência Tarótica.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 255, 255);"&gt;SOCIEDADE LAMATRONIKA® - Todos os direitos reservados. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3729007610061387194-6272341508030209252?l=technutaro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://technutaro.blogspot.com/feeds/6272341508030209252/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3729007610061387194&amp;postID=6272341508030209252' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3729007610061387194/posts/default/6272341508030209252'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3729007610061387194/posts/default/6272341508030209252'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://technutaro.blogspot.com/2007/10/o-triunfo-da-morte.html' title='O TRIUNFO DA MORTE'/><author><name>Eruditos e Pesquisadores</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10122198475194099363</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-SaPFzU1GL54/Tj1_Y9r9D1I/AAAAAAAAAXo/DQli95pjvMk/s220/Perfil%2BTECHNU.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp0.blogger.com/_ZQB6ku5q0TQ/Rx60IBjM55I/AAAAAAAAACQ/5jZUtne1btU/s72-c/morte_yale.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3729007610061387194.post-1894472143275242373</id><published>2007-10-23T19:15:00.000-07:00</published><updated>2008-03-20T10:55:21.929-07:00</updated><title type='text'>TARÔ, UMA CIÊNCIA QUE MERECE ESTUDO</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_ZQB6ku5q0TQ/Rx6tNhjM54I/AAAAAAAAACI/ZVf4PgYKK5k/s1600-h/9+-++SECRET.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5124723873850124162" style="margin: 0px 10px 10px 0px; float: left;" alt="" src="http://bp2.blogger.com/_ZQB6ku5q0TQ/Rx6tNhjM54I/AAAAAAAAACI/ZVf4PgYKK5k/s320/9+-++SECRET.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Após anos estudando e trabalhando com a Ciência do Tarô, ou Ciência Tarótica como prefiro chamar, pude perceber uma importante, porém delicada questão que pode gerar certas controvérsias entre os praticantes e estudiosos do tema.&lt;br /&gt;Minhas pesquisas com o Tarô não abrangem apenas as áreas usuais de modelo convencional, ou seja, métodos de deitada ou tiragem, o que significam os Arcanos Maiores, Menores, Ases, Cartas da Corte ou Reais e assim por diante. Estes aspectos mencionados retratam formações específicas porque são utilizados convencionalmente pelos muitos praticantes desta Ciência, todavia, estas formações são organizadas segundo o nível de aprofundamento daquele que ensina, e é justamente neste ponto que surge a “encruzilhada” dos fatos.&lt;br /&gt;Primeiramente se faz necessária uma breve perspectiva Filológica sobre a tênue diferença entre um praticante e um estudioso da Ciência Tarótica.&lt;br /&gt;A palavra estudioso tem sua origem no grego philospoydos&lt;strong style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;[1]&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;, i.e. amigo das libações. A priore pode parecer estranha a conotação dada, contudo, o ato de libar é um ato de sorver, criando assim, uma interação do sujeito (o estudioso) com o objeto (o que se estuda).&lt;br /&gt;Uma outra forte perspectiva que suporta o que foi mencionado acima, é quanto ao estudo da Simbólica. Ao analisarmos pela via do Simbolismo o que a Filologia nos remete, veremos que existe o Simbolizado e o Símbolo em si. O ponto de partida seria analisar o Simbolizado que é a própria quintessência através de seu representante críptico ou Símbolo. Podemos observar como bom exemplo um termo constantemente utilizado por bilhões de pessoas, Deus. Este é o Simbolizado (ainda que de alguma forma ele pode ser considerado também um Símbolo) que pode ser expresso ou representado, o Símbolo, de diversas maneiras — pelo Olho no Triângulo ou O Homem Vitruviano com sua medida áurea. O resultado é determinado por variáveis devido ao nível ou padrão adquirido por cada observador ao decodificar os Símbolos. Portanto sempre serão inúmeras as interpretações dadas ao Objeto em questão. Isto é estritamente normal e de uma certa forma até mesmo necessário no estudo da Simbólica ou de qualquer outra matéria. Alguns dos grandes sábios da antiguidade perceberam esta variação em estruturas diversas, até mesmo na destruição de imagens sejam estas cognitivas, ou suprafísicas, eis o tema do Iconoclasta.&lt;br /&gt;Na junção de ambas perspectivas o estudioso abrange formas mais amplas dentro da Ciência estudada, conforme expressas em contextos histórico, etimológico, filológico, sociológico, antropológico, mitológico, iconológico, artístico, geométrico, matemático, e da hermenêutica inserida nas linhas e traços dos baralhos mais antigos, enquanto que os baralhos Iluminadores, Românticos e Modernos, remetem a composições astrológicas, qabalísticas, elementais, entre outras.&lt;br /&gt;Esta complexidade faz do estudioso um Erudito&lt;strong style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;[2]&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;, pois ele faz uma profunda associação de informações de acordo com o campo geral destas Ciências a fim de organizar um vasto cabedal como base fundamental de toda uma estrutura construída em cima de estudos e pesquisas muito dinâmicos. Surge então, o sufixo logos&lt;strong style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;[3]&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;, que é a matéria do estudo do qual se especializa e explica. Como adjetivo, surge outro sufixo logios&lt;strong style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;[4]&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;, ou hábil no falar, eloqüente, douto ou sábio. Estas eram características conferidas ao antigo deus egípcio Thoth&lt;strong style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;[5]&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt; e aos seus seguidores, os Herméticos&lt;strong style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;[6]&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;. Portanto, quando alguém se torna um estudioso além de praticante da Ciência Tarótica&lt;strong style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;[7]&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;, ele é um Tarólogo, ou seja, um douto neste tema. Como de fato ocorre comumente em nossa língua&lt;strong style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;[8]&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;, uma palavra é constituída por um significante (a forma) e um significado (a idéia, o conceito). Assim, Tarólogo, contem ambos os sentidos de logos e logios, da mesma forma que outras Ciências.&lt;br /&gt;Assim, e não de outra forma, um arqueólogo torna-se um douto em Arqueologia, um teólogo versado em Teologia, dando como possíveis exemplos.&lt;br /&gt;Obviamente, alguns dentro destes ramos, irão se especializar em sub-ramos que compõem o quadro final daquela Ciência. Estes são considerados os práticos&lt;strong style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;[9]&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;, derivando da palavra práxis, i.e. execução ou aplicação por oposição à teoria. Neste caso ‘oposição à teoria’ não é descartar a teoria estudada, pelo contrário, é de complementá-la com a prática adquirida.&lt;br /&gt;Esta questão é de grande importância para o estudante ou aquele que está iniciando seus estudos e pesquisas dentro de uma área não importando qual seja. Outrossim, existem determinadas áreas de estudos que possuem um sufixo oposto ao logos, o “ista” que de uma forma ou de outra está ligado ao “ismo”, que é o pejorativo para “dogma” ou conceitos pré-estabelecidos. Desta forma, as perspectivas podem variar neste contexto lingüístico de formas e idéias.&lt;br /&gt;Esta explanação serve de modelo para que o estudante se torne de fato cônscio do seu trabalho caso ele aspire ser um excelente profissional com o Tarô, e a necessidade se faz presente quando este ou aquele entra em evidência no cenário holístico.&lt;br /&gt;Desde 1982&lt;strong style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;[10]&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt; — e não mudou muito nestes anos a não ser quantitativamente — percebo que muitos ‘profissionais’ se colocam como consultores, professores e formadores desta Ciência, e concluem que o respaldo de seus conhecimentos, estatisticamente falando, provem de outros ‘profissionais’, através de cursos ou workshops dando-lhes garantias de uma excelente consultoria. Muitas vezes cursos de um, dois ou até seis meses, fornecem certificados com o mínimo de critério, quando há, àqueles que são considerados aptos para ministrar posteriormente um curso ou workshop a outros iniciantes.&lt;br /&gt;Infelizmente, não há ainda uma organização no setor a fim de validar cursos e pesquisas paralelas que permitam um tempo muito maior e conseqüentemente um melhor aprofundamento para o aluno ou mesmo para os mais interessados. Além disto, cada pessoa possui um tempo correspondente a sua natureza para o entendimento Tarótico, e muitos iniciantes ou curiosos reclamam quando turmas são compostas por um número acima de cinco pessoas, criando um desnível na absorção do conhecimento passado, o que não contribui para um desenvolvimento melhor de ensino a ser conferido posteriormente por estes futuros ‘profissionais’.&lt;br /&gt;No Brasil, somente agora está ocorrendo uma procura pelas ciências que estão inseridas nas lâminas Taróticas, e vejo algumas pessoas percorrendo esta via com interesse, manifestando os primeiros indícios dentro dos contextos histórico e simbólico, ainda que não tanto iconográfico e artístico, mas já é um começo. Os livros nacionais sobre tais temas são escassos, mas boas coisas podem surgir deste recente ímpeto de abranger áreas que antes não eram fomentadas entre os profissionais brasileiros.&lt;br /&gt;Por isto, volto a insistir, há uma necessidade de verdadeiros profissionais daqui se organizarem em torno de um excelente desenvolvimento Tarótico, e não apenas de um trabalho convencional e sob certo aspecto, repetitivo. Os grandes pesquisadores respiram 100% ao que se dedicam em estudos, tanto práticos como teóricos, e somente assim, um verdadeiro trabalho toma corpo e fundamento, sustentado pelo cabedal adquirido pelos anos de dedicação. Outrossim, tempo pode ser relativo, pois existe ‘profissionais’ que dizem atuar por muitos anos, cujo trabalho apresenta forte tendência dogmática substanciada por suas crenças pessoais, deturpando sérios ensinamentos acompanhados com a falta de isenção e sobriedade ao passar o conhecimento da Arte para sinceros estudantes.&lt;br /&gt;O Tarô é científico e cultural, e se muitos teorizam que sua forma atual de interpretação e simbólica tem sua origem no século das Luzes, na Idade da Razão, isto só viria a corroborar que sua segunda fonte é o Iluminismo Científico. E quanto a primeira? Qual sua origem? Estas perguntas fazem parte de um outro artigo que será escrito mais adiante.&lt;br /&gt;De qualquer forma gostaria de terminar este escrito com uma frase que sempre me chamou atenção:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;“O progresso de um povo depende, exclusivamente, do desenvolvimento de sua cultura”.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;(Napoleão Bonaparte)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Notas:&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;[1]&lt;/strong&gt; Em grego Φιλόσπουδος.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;[2]&lt;/strong&gt; Erudição significa apenas uma instrução vasta e variada.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;[3]&lt;/strong&gt; Λόγος.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;[4]&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt; &lt;/span&gt;Λόγιος.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;[5]&lt;/strong&gt; Existem várias grafias para a palavra grega Thoth. Algumas delas como Taht, Tat, Tehuti, Tot, Taur são de origem egípcia, e mesmo assim, as palavras mencionadas acima, foram transliteradas de acordo com a fonetização utilizada pelos povos mediterrâneos séculos depois. Isto ocorreu devido a enorme dificuldade de entender a escrita e língua egípcia, principalmente quanto aos escritos e palavras hieráticas já que eles não usavam e nem mesmo conheciam em suas primeiras dinastias as vogais, o que nos comprova que a transliteração grega é oriunda de fontes muito mais antigas. Alguns eruditos teorizam sobre a origem da palavra Thoth, e existem duas correntes que se confrontam em seus dados acadêmicos. Uma corrente determina que sua origem provém do período Macedônico ou Ptolomaico, estes teriam transliterado “Tht” (Tehuti) para Thot (h). Cícero dizia que este era um dos nomes de Mercúrio. A outra corrente é a favor de uma origem bem mais recente, provavelmente no século XVIII ou XIX, quando houve uma racionalização franqueada por estudiosos da Tradição Oculta, conhecidos pelos românticos como Hermetistas. Eles mesmos, se autoproclamavam Filhos de Hermes, ou de Thoth. Hermes (Ερμης) foi o nome dado pelos gregos no período Ptolomaico, e segundo Cícero, dela surgiu a palavra Hermētis que é latina e não grega. A partir dela proveio a corruptela Hermeticum que segundo alguns é um termo escolástico aplicado as pesquisas de textos gnósticos, como ocorreu quando se estudou as origens do Corpus Hermeticum. Assim inúmeros alquimistas da Idade-Média que herdaram este vasto Conhecimento do Oriente foram conhecidos pelos escolásticos como Hermetistas. Esta grafia encontrou seu apogeu entre os românticos, com o renascimento do Oculto aquecido pelas fornalhas mais modernas do que de seus antepassados.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;[6]&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt; &lt;/span&gt;Vide explicação acima.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;[7]&lt;/strong&gt; Hoje o trabalho prático com as lâminas do Tarô abrange áreas de uso Terapêutico (Θεραπευτικός), contudo, de acordo com alguns escritos gregos de Corrente Pitagórica, o verdadeiro Terapeuta (Θεραπευτήρ ou ς) seria um dos Grandes Homens, nos quais Platão se inspirou. Estes pertencem ao Terceiro Colégio, e segundo Saint Yves são Homens que fariam parte do Conselho de Deus citados em Missão dos Judeus.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;[8]&lt;/strong&gt; A Língua Portuguesa para o Brasil, está completamente diferente daquela falada em Portugal, houve profundas modificações nos últimos cinqüenta anos na ortografia e a inserção de palavras estrangeiras em nosso vocabulário. No meu ponto de vista, a nossa Língua poderia se chamar Braziliana, restaurando nossa hegemonia e escrita. Por exemplo, até o inicio do século passado Brazil era escrito com z e não s. Muitos países tanto de origem anglo-saxão como latina nos chamam de brazilianos e não brasileiros que surgiu como um termo pejorativo. De qualquer forma, manterei o padrão estabelecido.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;[9]&lt;/strong&gt; Do grego prakticos = Πρακτικός.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;strong style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;[10]&lt;/strong&gt; Havia alguns profissionais que já trabalhavam terapeuticamente na década de 70 como, por exemplo, Ana Matilde Pacheco e Chaves; ela tinha como base à psicologia Junguiana. Houve também M. Diego que foi um dos primeiros a utilizar a palavra Tarologia no Brasil. Ele foi presidente da antiga “Associação Brasileira de Tarologia – Quirologia e Estudos Místicos” em São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong style="color: rgb(255, 255, 255);"&gt;Referência Bibliográfica:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Anon.: &lt;em&gt;Corpus Hermeticum e Discurso de Iniciação com a Tábua de Esmeralda.&lt;/em&gt; (Hermes Trismegistos). Hemus Livraria Editora Ltda: 1978. São Paulo.&lt;br /&gt;- Budge, E. A. Wallis: &lt;em&gt;The Gods of the Egyptians or studies in egyptian mythology.&lt;/em&gt; Volume I. Dover Publications, Inc: 1969. New York.&lt;br /&gt;- Chevalier, Jean e Alain Gheerbrant: &lt;em&gt;Diccionario de los Símbolos.&lt;/em&gt; Editorial Herder S.A.: sd. Barcelona.&lt;br /&gt;- D’Alveydre, Saint-Yves: &lt;em&gt;A Sinarquia, O Arqueômetro, As Chaves do Oriente.&lt;/em&gt; Organizado por Yves-Fred Boisset. Gnosis Editorial Eventos e Produções Editoriais Ltda: 2001. Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;- Junior, José Cretella e Geraldo de U. Cintra: &lt;em&gt;Dicionário Latino-Português.&lt;/em&gt; Companhia Editora Nacional: 3a Edição, 1953. São Paulo.&lt;br /&gt;- Lexicon, Herder: &lt;em&gt;Dicionário de símbolos.&lt;/em&gt; Editora Cultrix Ltda: 2a Edição, 1994. São Paulo.&lt;br /&gt;- Massey, Gerald: &lt;em&gt;A Book of the Beginnings.&lt;/em&gt; Volume I. (Egyptian Origines in the British Isles). A New Introduction by John Henrik Clarke. A&amp;amp;B Books Publishers: 1994. New York.&lt;br /&gt;- Pereira, P. Isidro: &lt;em&gt;Dicionário Grego-Português e Português-Grego.&lt;/em&gt; Livraria Apostolado da Imprensa: 5a Edição, 1976. Porto.&lt;br /&gt;- Santos, Mario Ferreira dos: &lt;em&gt;Tratado de Simbólica.&lt;/em&gt; Volume IV. (Enciclopédia de Ciências Filosóficas e Sociais). Livraria e Editôra LOGOS Ltda, 4a Edição, 1963. São Paulo.&lt;br /&gt;- Shorter, Alan W.: &lt;em&gt;Os Deuses Egípcios.&lt;/em&gt; Editora Cultrix Ltda: 2a Edição, 1992. São Paulo.&lt;br /&gt;- Yates, Francês A.: &lt;em&gt;Giordano Bruno e a Tradição Hermética.&lt;/em&gt; Editora Cultrix Ltda: 2a Edição, 1990. São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(51, 255, 255);" align="justify"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(51, 255, 255);"&gt;Cláudio Carvalho, 2006©&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(51, 255, 255);" align="justify"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(51, 255, 255);"&gt;TECHNU®&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(51, 255, 255);"&gt;– Órgão de Divulgação da Ciência Tarótica.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: rgb(51, 255, 255);" align="justify"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(51, 255, 255);"&gt;SOCIEDADE LAMATRONIKA®&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(51, 255, 255);"&gt;- Todos os direitos reservados.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3729007610061387194-1894472143275242373?l=technutaro.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://technutaro.blogspot.com/feeds/1894472143275242373/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3729007610061387194&amp;postID=1894472143275242373' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3729007610061387194/posts/default/1894472143275242373'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3729007610061387194/posts/default/1894472143275242373'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://technutaro.blogspot.com/2007/10/tar-uma-cincia-que-merece-estudo.html' title='TARÔ, UMA CIÊNCIA QUE MERECE ESTUDO'/><author><name>Eruditos e Pesquisadores</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10122198475194099363</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-SaPFzU1GL54/Tj1_Y9r9D1I/AAAAAAAAAXo/DQli95pjvMk/s220/Perfil%2BTECHNU.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://bp2.blogger.com/_ZQB6ku5q0TQ/Rx6tNhjM54I/AAAAAAAAACI/ZVf4PgYKK5k/s72-c/9+-++SECRET.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry></feed>
